quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Padre Fortea defende os dons Carismáticos



O conhecido Padre Fortea, exorcista espanhol, dá declarações sobre os dons carismáticos. Ouçamos o seu conselho.

Salve Maria Imaculada, Esposa do Espírito Santo!


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Novena da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças e sua história




 A Medalha Milagrosa teve origem nas Aparições da Santíssima Virgem na Capela da Rue de Bac, Paris em 1830. Num sábado, 27 de Novembro de 1830, véspera do 1º Domingo do Advento, a Virgem Imaculada apareceu a Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade de S. Vicente de Paulo, e confiou-Lhe a missão de mandar cunhar uma Medalha, segundo o modelo que lhe mostrou: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo, disse Nossa Senhora. As pessoas que a trouxeram com confiança receberão muitas graças, sobretudo se a trouxeram ao pescoço.”

Uma difusão imediata e prodigiosa tornou a Medalha conhecida. Inúmeras graças de conversão, de proteção e de cura, foram alcançadas com ela. Perante isto, o Arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da Medalha da Rue de Bac.
Deste conclui-se “A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas, parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha.”
Em 1846, e Roma, após a conversão de Afonso Rastisbonne, o Papa Gregório XVI confirmou as conclusões do Arcebispo de Paris.
A Medalha Milagrosa é instrumento da incansável bondade de Maria para com os pecadores e os que sofrem. Os cristãos que nela souberem meditar encontrarão um resumo de toda a doutrina da Igreja sobre o lugar de Maria na obra da Redenção e a Sua mediação universal.
Simbologia da Medalha
A medalha é a compilação gráfica das grandezas de Maria e de sua história no plano de Salvação de Deus.
                                          Explicação da Medalha Milagrosa
A Santíssima Virgem de pé sobre o globo terrestre: isso significa que Ela, além de ser Nossa Mãe do Céu, é também a Rainha da Terra e de todo o Universo. Ela esmaga sob seus pés uma serpente que representa o demônio, que tenta continuamente os homens com o intuito de levá-los para o inferno. Nossa Senhora tem um poder incomparavelmente maior que o do demônio. Ela protege todos os filhos que Lhe pedem com confiança. De Seus dedos saem raios de luz. Estes raios representam as graças que a Santíssima Virgem concede aos que se devotam a Ela. Perguntada por Santa Catarina por que de alguns dedos não saíam raios, Ela respondeu que desejava conceder mais graças, porém os homens não Lhe pediam. A data de 1830 marca o ano das aparições de Nossa Senhora nas quais Ela revelou a Medalha a Santa Catarina Labouré. Foi no final da tarde do dia 27 novembro. Em volta da Medalha lê-se a frase: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”. Nossa Senhora mandou colocar na Medalha esta curta oração para que ela fosse repetida com freqüência. Isso equivale a praticar constantemente e pessoalmente um ato e uma profissão de fé.
No reverso da medalha
O grande “M” encimado por uma Cruz é a inicial do nome de Maria, a Santíssima Virgem, nossa Mãe do Céu. A cruz é a de Jesus que morreu por nós; ao pé da Cruz acha-se Maria, que sofre e nos ama em união completa com Jesus. Em torno há 12 estrelas: Como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem possui uma coroa de 12 estrelas, que representam o seu poder sobre toda a criação.
Tudo o que pede a Deus, Ela obtém. Lado a lado estão os corações de Jesus e de Maria. Ambos possuem pequenas chamas que sobem, para indicar que ardem de amor por nós. À esquerda, o Coração de Jesus está coroado de espinhos e sangra por uma ferida. É por causa dos nossos pecados, das nossas más ações que O fazem sofrer tanto. Para resgatar nossos pecados, Ele foi coroado de espinhos, morreu na Cruz e teve o Coração traspassado por uma lança. À direita, o Coração de Maria está traspassado por uma espada, que representa a dor que Ela suportou ao ver os sofrimentos de seu Filho por nós. Ela ofereceu esses sofrimentos em união com os de Jesus, para que sejamos salvos e alcancemos o Céu.
Usar medalhas não é uma superstição, é um sacramental da mesma forma que o escapulário. No Concílio de Trento, em 1563, a Igreja fixou o bom uso de medalhas, imagens, escapulários, lembrando aos cristãos que é preciso que fique bem claro que, quando veneramos as imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos, não significa que colocamos nossa fé nas imagens, e sim que veneramos as pessoas que elas representam. Não devemos considerar a medalha de Nossa Senhora das Graças um talismã ou um amuleto com poderes mágicos. Ela nos ajuda a conservar o amor da Virgem vivo em nosso coração e em nosso espírito, nos estimulando a demonstrar nosso reconhecimento através da fé e de um comportamento digno de um filho de Nossa Senhora.
A mensagem da medalha é clara: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.” Ela nos revela a Imaculada Conceição de Maria e sua cooperação na salvação concedida por Seu Divino Filho, bem como sua maternidade universal.

Novena da Medalha Milagrosa
Sinal da cruz
Ato de contrição
Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, Criador e Redentor meu. Por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, por Vos ter ofendido, e pesa-me também por ter perdido o Céu e merecido o Inferno. Mas proponho firmemente, com o auxílio de Vossa divina graça e pela poderosa intercessão de Vossa Mãe Santíssima, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão de minhas culpas, por Vossa infinita misericórdia. Assim seja.
Rezar três vezes: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”
1º dia – Primeira aparição
Contemplemos a Virgem Imaculada em sua primeira aparição a Santa Catarina Labouré. A piedosa noviça, guiada por seu Anjo da Guarda, é apresentada à Imaculada Senhora. Consideremos sua inefável alegria. Seremos também felizes como Santa Catarina se trabalharmos com ardor na nossa santificação. Gozaremos as delicias do Paraíso se nos privarmos dos gozos terrenos. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Oração final
Santíssima Virgem, eu reconheço e confesso Vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por Vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de Vosso Amado Filho a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida, uma boa morte e a graça de (pede-se uma graça), que peço com toda a confiança. Amém.
2º dia – Lágrimas de Maria
Contemplemos Maria chorando sobre as calamidades que viriam sobre o mundo, pensando que o Coração de seu Filho seria ultrajado na cruz, escarnecido e seus filhos prediletos perseguidos. Confiemos na Virgem compassiva e também participaremos do fruto de suas lágrimas. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Rezar a oração final
3º dia – Proteção de Maria
Contemplemos Nossa Imaculada Mãe dizendo em suas aparições a Santa Catarina: “Eu mesma estarei convosco: não vos perco de vista e vos concederei abundantes graças.” Sede para mim, Virgem Imaculada, o escudo e a defesa em todas as necessidades. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Rezar a oração final

4º dia – Segunda aparição
Estando Santa Catarina Labouré em oração, a 27 de novembro de 1830, apareceu-lhe a Virgem Maria, formosíssima, esmagando a cabeça da serpente infernal. Nessa aparição vemos seu desejo imenso de nos proteger sempre contra o inimigo de nossa salvação. Invoquemos a Imaculada Mãe com confiança e amor! (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Rezar a oração final
5º dia – As mãos de Maria
Contemplemos hoje Maria desprendendo de suas mãos raios luminosos. Esses raios, disse Ela, “são a figura das graças que derramo sobre todos aqueles que mais pedem e aos que trazem com fé a minha medalha”. Não desperdicemos tantas graças! Peçamos com fervor, humildade e perseverança e Maria Imaculada no-las alcançará. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!” )
Rezar a oração final
6º dia – Terceira aparição
Contemplemos Maria aparecendo a Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas, mandando cunhar uma medalha e prometendo muitas graças a todos que a trouxerem com devoção e amor. Guardemos fervorosamente a Santa Medalha, e como um escudo nos protegerá dos perigos. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!” )
Rezar a oração final
7º dia
Ó Virgem Milagrosa, Rainha Excelsa Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta Terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e minha glória no Céu. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Rezar a oração final
8º dia
Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei com que esses raios luminosos que irradiam de vossas mãos virginais iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abram em meu coração vivos sentimentos de fé, esperança e caridade. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Rezar a oração final
9º dia
Ó Mãe Imaculada, fazei com que a cruz de vossa medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna. (Rezar três Ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”)
Rezar a oração final
Fonte: Milícia da Imaculada

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Veneração das imagens católicas – a falsa idolatria pregada pelos protestantes

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Que católico um dia não foi questionado – enfrentado – por um protestante em relação as imagens? Que católico nunca ouviu protestantes chamarem nos chamarem de idólatras por causa do culto de veneração das imagens e dos santos que elas representam? Infelizmente muitos católicos sem um real conhecimento da verdade, acabam dando ouvidos a essas lorotas protestantes e desviando a sua fé. O motivo pelo qual usamos as sagradas imagens é tão simples; porém, não obstante muitos abandonam o catolicismo e adentram no protestantismo – normalmente no neopentecostalismo – atraídos por um discurso cheio de ódio e ignorância ao catolicismo. Aliás, ao catolicismo não, mas sim ao espantalho de catolicismo que eles inventaram. Eles combatem não à Igreja, mas o espantalho criado por eles; mas muitos católicos mal formados, passando por uma crise ou qualquer outro motivo, acabam se enxergando nesse espantalho, e trocam a única e verdadeira Igreja de Cristo por uma igrejola fundada por um homem qualquer; trocam o Corpo Místico de Cristo que é a Igreja, por uma ramificação herética de Lutero e dos outros fajutos fundadores de religiões.

Focando no assunto proposto, vejamos uma das passagens que sempre nos jogam na cara: “Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto.” (Êxodo 20,4-5) Se olharmos essa frase fora de contexto, de fato, os católicos são uns idólatras. Mas, o que de fato essa passagem nos ensina? Veja, o que Deus proíbe não são imagens sacras – como veremos a seguir – mas sim os ídolos, ou seja, os falsos deuses pagãos. Basta citar o versículo anterior à passagem citada a cima: “Não terás outros deuses diante de minha face”(Êxodo 20,3). Antes de falar das imagens e esculturas, Deus deixa muito bem claro o que Ele quer dizer, ou melhor, onde as palavras dEle querem atingir: não terás outros deuses! Após falar que Ele não queria – e não quer – que tivessemos outros deuses diante de Sua face, Ele fala muito bem como se dava isso na prática: não fabricar e nem se prostrar diante das imagens. E essas imagens são os deuses pagãos, os falsos deuses, divindades falsas inventadas pelo homem e/ou instigada pelo demônio para perverter a humanidade.

Esses falsos deuses eram cultuados no paganismo normalmente pelas imagens. Os protestantes pregam essa passagem fora de contexto, o que de fato causa uma grande confusão. O contexto é o seguinte: o povo era escravo no Egito, Deus agiu de Misericórdia e liberta o povo do Egito. O Senhor então, durante a passagem do povo pelo deserto, já alerta ao povo do que eles achariam: povos pagãos que não adoravam ao verdadeiro Deus, mas que adoravam pedaço de madeira, planta, árvore, sol, lua, e praticavam várias desordens sexuais e assassinato de crianças aos demônios, aos quais eles cultuavam como deuses. O Senhor Deus então, sabendo que o povo iria encontrar uma realidade pagã, alerta dizendo as características dos povos e da realidade que eles encontrariam. Por isso Deus disse o que foi citado acima e que tanto repetem os protestantes sem contexto algum.

E antes de adentrarmos na explicação do porque temos as imagens dos santos católicos, vejamos como Salomão explica a idolatria, e então entenderemos que o pecado está em adorar a imagem ou qualquer coisa criada, no lugar de Deus. A nossa latria, ou seja, o nosso culto de adoração deve ser prestado somente à Santíssima Trindade. E Salomão assim explica a idolatria: “Foi pela idealização dos ídolos que começou a apostasia, e sua invenção foi a perda dos humanos. Eles não existiam no princípio e não durarão para sempre; a vaidade dos homens os introduziu no mundo. E, por causa disso, Deus decidiu a sua destruição para breve. Um pai aflito por um luto prematuro, tendo mandado fazer a imagem do filho, tão cedo arrebatado, honrou, em seguida, como a um deus aquele que não passava de um morto, e transmitiu aos seus certos ritos secretos e cerimônias. Este costume ímpio, tendo-se firmado com o tempo, foi depois observado como lei. Foi também em consequência das ordens dos príncipes que se adoraram imagens esculpidas, porque aqueles que não podiam honrar pessoalmente, porque moravam longe deles, fizeram representar o que se achava distante, e expuseram publicamente a imagem do rei venerado, a fim de lisonjeá-lo de longe com seu zelo, como se estivesse presente. Isto contribuiu ainda para o estabelecimento deste culto, mesmo entre os que não conheciam o rei; foi a ambição do artista que, talvez, querendo agradar ao soberano, deu-lhe, por sua arte, a semelhança do belo; e a multidão, seduzida pelo encanto da obra, em breve tomou por deus aquele que tinham honrado como homem. E isto foi uma cilada para a humanidade: os homens, sujeitando-se à lei da desgraça e da tirania, deram à pedra e à madeira o nome incomunicável.” (Sabedoria 14,12-21) – Veja que nos grifos que fiz, vemos claramente Salomão explicar de fato no que consiste a idolatria, e de maneira especial como se deu a idolatria das imagens. O pecado está, como foi dito, em adorar como sendo Deus uma criatura qualquer. Um pai começa a adorar o corpo do filho como se fosse Deus. Isso é idolatria! Os homens começam a adorar o imperador como se este fosse um Deus, e então, como citado, começam a fazer imagem do imperador para que possam honrá-lo como se este fosse deus. Nós vemos ainda hoje países pagãos que tratam o seu imperador como um deus. E isso fica claro ao lermos o profeta Daniel, onde o rei Nabucodonosor manda fazer uma estátua e quer obrigar o povo a adorar a estátua como se fosse deus. Ora, aí está a idolatria: prestar culto de adoração a algo ou alguém que não seja o Deus verdadeiro de deus verdadeiro. Só devemos adorar a Santíssima Trindade.

Tanto é que a idolatria não está restrita as imagens dos deuses pagãos. No livro do próprio profeta Daniel é referido que os pagãos adoravam além de uma divindade chamada Bel (Daniel 14,1-21), adoravam um ser vivo, um dragão (Daniel 14,22ss). Ou seja, o problema não é ter imagem, mas adorar como Deus aquilo que não é Deus. Como o próprio Salomão disse na passagem citada acima, dar a pedra, a madeira – ou qualquer coisa ou pessoa que não seja a Santíssima Trindade – o nome incomunicável, ou seja, o nome de Deus.

Já as imagens sacras católicas tem todo seu contexto, função, e nos eleva ao verdadeiro Deus. E Deus não condena as santas imagens católicas. Como tentei explicar acima, o que Deus proíbiu foram estes ídolos pagãos, imagens, demônios, animais, plantas ou qualquer coisa que as pessoas adoravam (ainda hoje há religiões pagãs que adoram árvore, animais; dizem que na maçonaria adoram a imagem do bode, etc.) E porquê falo com tanta convicção que Deus não proíbe as imagens sacras? Falo com convicção porque o mesmo Deus que proibiu as imagens, mandou fazê-las. Ou seja, ou você acha que Deus é incoerente – e Deus não é, pois a Palavra diz que Deus não é homem para mentir (cf. Números 23,19) – ou então de fato, Deus proibiu a fabricação de ídolos pagãos, e não de imagens que edificam e elevam a alma a Ele. Até porque, se levarmos ao pé da letra a passagem de Èxodo 20, o Senhor fala que não é pra fazer escultura e nem figura alguma do que está no céu, na terra ou nos mares... Figura alguma? Bom, por figura encontra-se as fotografias, pinturas de artistas, etc. Uma criança que brinca de boneca – segundo a leitura exageradamente radical e sem contexto feita pelos protestantes neopentecostais – estaria sendo incitada à idolatria; afinal, se é imagem e figura alguma do que há na terra, não se pode ter boneca, boneco, carrinho, foto de parente, etc.

O Senhor Deus nos manda fazer imagens que nos ajudam a contemplar a Sua glória. Quando o Senhor manda fazer a Arca da Aliança, onde estaria a Sua presença no meio do povo, fala claramente:
Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro” (Êxodo 25,18)

Como podem ver, no mesmo livro que Deus condena as imagens, Ele manda fazer. Incoerência? Não. Deus condenou as imagens dos ídolos pagãos, e não imagens SACRAS. O povo adorava a Deus diante da Arca da Aliança, mas não via Deus, via dois querubins que simbolizavam a glória de Deus. Aliás, para falar a verdade, a própria Arca é uma imagem. Uma imagem daquilo que se tem na terra, ou seja, uma Arca, da qual seria guardado as tábuas do mandamento. Fisicamente, o que há na arca? Madeira, ouro, os querubuins... Mas Deus está ali. É algo que eleva a alma a Deus. Aquilo foi feito, por ordem de Deus, para melhor o povo adorá-Lo. O pecado é adorar o objeto em si. Aí sim, é pecado. No mesmo livro vemos Deus mandar fazer cortinas com querubins artisticamente bordados (cf. Êxodo 26,1). Enfim, essa conversinha de “não pode ter imagem, blá, blá, blá” é só conversa pra perder católico ignorante e/ou em crise.

Outra passagem que vemos que Deus não reprova as imagens em si, é o fato de que quando o povo pecou contra o Senhor, este ao aceder a Santa ira, manda serpentes para picar o povo. Mas, para serem curados, eis que Deus fala:

Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo”. (Números 21,8)

Deus mandou fazer uma imagem, a imagem de uma serpente de bronze, que ao ser erguida, e o povo que ferido olhasse para ela, seria curado. Era uma prefiguração da Pessoa de Jesus Cristo, nosso Deus, que ao ser erguido no madeiro da Cruz, aqueles que estão contaminados pelo pecado, obterem a cura e a salvação.

Davi quis construir um templo para o Senhor. Mas Deus deixou à Salomão o encargo de construir o templo do Senhor. O templo construído em honra do Senhor, conhecido como “Templo de Salomão”, estava repleta de imagens como poderemos ver a seguir:

Para o interior do Santo dos Santos, mandou esculpir dois querubins e os revestiu de ouro.” (2Crônicas 3,10

Construiu também um altar de bronze de vinte côvados de comprimento, vinte de largura e dez de altura. [...] Figuras de bois circundavam-no todo, ao redor debaixo do rebordo, dez para cada côvado, em duas fileiras, fundadas numa só peça com ele. Era sustentado por doze bois, dos quais três olhavam para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o oriente.” (2Crônicas 4,1;3-4)

Como lemos, no Templo estava cheio de imagens. E o que Deus achou do Templo que Salomão construiu? “Ouvi – disse ele – tua oração e escolhi este lugar para que seja o templo no qual me oferecerão sacrifícios. […] Este templo, tão excelso, será para todos os transeuntes um objeto de espanto.” (2Crônicas 7,12;21) O Senhor elogia o templo que tinha as imagens...

O sentido de usarmos imagens é exatamente este: pelas sagradas imagens evangelizar. Como vimos, as imagens dos querubins, dos bois, a serpente de bronze, tinha um significado. O que significa as imagens católicas? Ora, quando eu olho uma imagem de São Sebastião, não é um falso deus, mas venerando o santo pela imagem dele, eu adoro a Deus, pois vejo que São Sebastião foi mártir pelo nome de Jesus. Quando eu olho pra imagem de São Francisco, eu lembro deste santo que disse “O Amor não é amado” e então, vendo sua vida, sou levado a seguir o seu exemplo. Quando eu olho uma imagem da Virgem Maria, sou motivado a imitar as Suas santas virtudes, eu lembro que eu adoro a um Deus que se fez carne no ventre dEla. Um católico deve olhar pra imagem da Virgem Maria e ver não um Deus, mas ver Deus através de Nossa Senhora; pois olhando pra imagem, lembramos da vida dEla e lembramos do versículo que diz: realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é santo (Lucas 1,49). Quando olhamos, contemplamos, veneramos um santo olhando suas imagens, nós lembramos a vida destes homens e mulheres que preferiram perder tudo – até a vida – para não perderem Jesus. Santos e santas que deram um verdadeiro testemunho são colocados pela Igreja como exemplos a ser seguido. Sim, olhamos a imagem de Santa Maria Goreth, e logo louvados e adoramos a Deus que deu força para esta jovem de 12 anos preferir morrer com várias facadas, mas não ceder no pecado de impureza. Ó, bendito e adorado seja Deus pelos santos e santas que Ele suscitou e suscita na Igreja.

Para nós que sabemos ler, podemos ler a biografia de alguns santos. E para quem não sabe? Eis outro motivo do uso das imagens: evangelização pela iconografia. Uma senhoria analfabeta talvez não saiba um versículo que relate a Paixão do Senhor, mas, com certeza com maior devoção que nós, sabe todos os passos da via-sacra. Talvez esta senhorinha vá até à Igreja às sextas feira ou em outro dia, e reze a Via Sacra contemplando a imagem de cada estação. Quantos e quantos durante os dois milênios de cristianismo se converteram não com pregações, mas ao ver a imagem de Jesus Cristo crucificado. Por isso usamos crucifixos... Ao olhar o crucifixo lembramos do ápice do “escancaramento” do amor de Deus que foi Ele mesmo padecer na Cruz, por mim... Por você... É idolatria carregar um crucifixo? Talvez por isso tantos estão doente no pecado, pois não mostram a cruz... Talvez se mostrássemos a imagem de Jesus pregado no madeiro, o povo se converteria assim como o povo foi curado ao olhar para a serpente de bronze. Um Cristão verdadeiro não deve ter vergonha de usar seu crucifixo, e nem achar que isso é idolatria, até porque já fala São Paulo: “nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos; mas, para os eleitos – quer judeus quer gregos -, força de Deus e sabedoria de Deus. Pois a loucura de Deus é mais sábia que os homens, e a fraqueza de Deus e mais forte do que os homens.” (1Corintios 1,23-25) É, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos... E idolatria para os protestantes hipócritas.

Por isso, meus irmãos e irmãs, não temam expor as imagens de Nossa Senhora e dos santos da Igreja (claro que devidamente abençoados por um padre – nunca devemos ter objetos religiosos sem a benção do padre). Pois ter a imagem de Nossa Senhora quer dizer que você adora ao Deus que se fez carne no ventre dela; e que não há pessoa na terra que tenha amado mais a Deus que Ela, portanto, você quer imitá-la. Mostra a todos que olham a imagem que você toma posse da Palavra de Deus que diz “Eis aí tua mãe” (João 19,27) e usamos a imagem também para cumprir: “Aqueles que me tornam conhecida terão a vida eterna” (Eclesiástico 24,31).

Além do mais, ter a imagem da Virgem Maria é imitar os Apóstolos e discípulos do Senhor; afinal, a Tradição nos ensina que uma das primeiras imagens de Nossa Senhora foi pintada por São Lucas, o autor de um dos Evangelhos da Bíblia. Se adentrarmos na Tradição da Igreja, estudarmos um pouco mais, veremos que as primeiras imagens vêm do tempo das catacumbas. Pesquise e verás que nas catacumbas que os primeiros cristãos ficavam escondidos no tempo da perseguição do império romano, havia figuras pintada. Sim, haviam figuras de Jesus, o bom pastor, por exemplo. Em livros da época da Igreja primitiva, podemos ver que havia ilustrações.

Após a perseguição começa-se de fato a ilustrar, nos templos católicos, com maior perfeição, as imagens de Cristo, da Virgem Maria, e dos santos que durante a perseguição derramaram o Sangue por amor a Cristo e a Igreja. E pedindo a sua intercessão muitos milagres foram alcançados. Podemos ver na Palavra de Deus que a veneração de objetos que pertenceram a homens santos alcançava milagres. Um exemplo disso é São Paulo: “Deus fazia milagres extraordinários por intermédio de Paulo, de modo que lenços e outros panos que tinham tocado o seu corpo eram levados aos enfermos; e afastavam-se deles as doenças e retiravam-se os espíritos malignos.” (Atos dos Apóstolos 19,11-12). Por isso veneramos as relíquias dos santos. Eu mesmo sou testemunha do poder que tem uma relíquia de um santo no combate contra o demônio. Por isso veneramos as imagens e medalhas, por exemplo, dos santos. Muitos milagres são alcançados. Se com simples lenços que tocavam em São Paulo, as doenças e demônios eram afastado das pessoas, satanás treme, foge, grita, e é expulso ao ver a imagem de Nossa Senhora, pois ele lembra da Mulher, ou seja, da Virgem que o derrotará (Cf. Gên 3; Apoc. 12). Quando satanás vê a imagem de um santo, como São Padre Pio, por exemplo, ele também se afasta pois vê o santo que tanto lhe deu trabalho labutando pela salvação das almas. Quando usamos a imagem de um mártir, por exemplo, e pedimos a intercessão dele, Deus nos dá o milagre pelos méritos do sangue derramado deste mártir que foi unido ao sangeu de Cristo. E a imagem ajuda a recordar toda história. E satanás treme. Principalmente diante da imagem e, obviamente, da pessoa da Virgem Maria. Quantos testemunhos temos ouvido de pessoas que foram curadas ao ter contato, por exemplo, com medalhinhas de São Padre Pio. E maiores são os milagres e testemunhos de milagres ocorridos com a Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças. Assim como também muitas graças são concedidas pela veneração do quadro da Divina Misericórdia, onde o Senhor Jesus Cristo revelou à Santa Faustina que em venerasse este quadro, onde mostra de maneira destacada os raios da Misericórdia - representando o Sangue e a Água que jorraram do Coração de Jesus cf. João 19,34 -alcançaria a salvação. Mais especificamente disse Jesus à Santa Faustina: "Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição Jesus, eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada, primeiramente, na vossa capela e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória" (Diário de Santa Faustina nº 47-48). Por isso vai dizer Santo Afonso Maria de Ligório que satanás, porque Deus acabou com a antiga idolatria do povo pagão, se vinga nas sagradas imagens. E – aqui sou eu que digo – os protestantes ignorantes – principalmente neopentecostais – são os mais árduos servidores do encardido nesta causa.


Talvez alguns venham falar que pecamos por nos prostrar diante das imagens. Ora, nem sempre prostrar, ajoelhar, significa adorar. Aqui de fato vai valer o coração. “O homem vê a face, mas o Senhor olha o coração” (1Samuel 16,7). Por isso citarei alguns exemplos para mostrar que se ajoelhar diante de uma imagem não é em si adoração:

Então Josué rasgou as suas vestes, e se prostrou em terra sobre o seu rosto perante a arca do SENHOR até à tarde, ele e os anciãos de Israel; e deitaram pó sobre as suas cabeças.” (Jos 7:6 ACF)

Quando nos prostramos diante de uma imagem da Santíssima Virgem, estamos prostrados diante dela e de Deus conforme:

Então disse Davi a toda a congregação: Agora louvai ao SENHOR vosso Deus. Então toda a congregação louvou ao SENHOR Deus de seus pais, e inclinaram-se, e prostraram-se perante o SENHOR, e o rei.” (1Cr 29:20 ACF)

Vendo, pois, Abigail a Davi, apressou-se, e desceu do jumento, e prostrou-se sobre o seu rosto diante de Davi, e se inclinou à terra.” (1Sm 25:23 ACF)

E o fizeram saber ao rei, dizendo: Eis aí está o profeta Natã. E entrou à presença do rei, e prostrou-se diante dele com o rosto em terra.” (1Re 1:23 ACF)

Estando, pois, Obadias já em caminho, eis que Elias o encontrou; e Obadias, reconhecendo-o, prostrou-se sobre o seu rosto, e disse: És tu o meu senhor Elias? (1Re 18:7 ACF)

E veio Judá com os seus irmãos à casa de José, porque ele ainda estava ali; e prostraram-se diante dele em terra. (Gen 44:14 ACF)
(Também deveriam cumprir a promessa que todas as gerações proclamariam a Virgem Maria bem-aventurada)

Então saiu Moisés ao encontro de seu sogro, e inclinou-se, e beijou-o, e perguntaram um ao outro como estavam, e entraram na tenda. (Exo 18:7 ACF)

Então Bate-Seba se inclinou com o rosto em terra e se prostrou diante do rei, e disse: Viva o rei Davi meu senhor para sempre. (1Re 1:31 ACF)

Depois pretendo fazer um post falando especificamente sobre a intercessão dos santos. Mas como o tema aqui são as imagens, vejamos esta profecia do profeta Ezequiel que vemos ser cumprida na Santa Igreja Católica Apostólica Romana:

Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras: querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces: uma figura humana de um lado, voltada para uma das palmeiras, e uma face de leão voltada para outra palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo. Desde o piso até acima da porta, havia representações de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo.”Ezequiel 41,17-20)

Quem Templo é este? Com o que se parece esta descrição do novo Templo que fala o profeta Ezequiel? Com o templo de alguma seita protestante neopentecostal, ou com os Templos Sagrados da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Não, não me xingue. É a Bíblia e a Tradição que bem o diz. Afinal, como bem diz o Padre Paulo Ricardo, a Bíblia não caiu do Céu com zíper e tudo. E podemos ver neste versículo um genuíno Templo Católico. Talvez muitos saiam da Igreja ou ao entrar num templo católico não adentrem nele, porque o falso ecumenismo satânico fez com que hoje até os novos templos católicos são carentes de imagens. Onde tem, uma ou duas, no máximo. Mas que diferença faz entrar num Templo onde o Sacrário com Jesus na Eucaristia está a vista e várias imagens ao lado mostrando os vários santos que deram a vida por Jesus. Assim como está profetizado por Ezequiel: coberto de figuras, querubins e figuras humanas. Ó, é no Templo Católico que vemos ordinariamente as imagens, as figuras humanas dos grandes homens que merecem destaque: aqueles que deram a vida pelo Evangelho.

Os próprios protestantes devem saber muito bem do significado das imagens, afinal, tem uma seita que fica próxima à minha casa – uma dentre as tantas – que ao olhar pra dentro vi que havia um banner com a foto de uma mulher com os braços levantado para o alto. Ora, se eu perguntar para o “paxtô” o porquê de usar aquela imagem no banner, ele certamente irá me dizer que é pra impulsinar os fieis a também levantarem as mãos e louvarem o Senhor. Aí eu digo: se isso não é idolatria, como podem estes dizer que é idolatria olhar a imagem da Virgem, e ante o Seu exemplo de vida e entrega total ao Senhor, passar a louvar e adorar a Deus e querer que Ele também faça em mim maravilhas, como fez nela. De fato, para os protestantes, uma mulher qualquer pode ficar na parede, enquanto a Mãe de Deus é rejeitada (Maria Santíssima é Mãe de Deus porque Cristo é Deus, se você diz que Jesus não é Deus, você é um herege).

Este assunto é muito chato por ser muito simples. Os protestantes programados pra gritar a mesma coisa (gritam sem pensar) não conseguem enxergar a verdade mesmo com tantas provas. Tanto é que mesmo com vários versículos bíblicos mostrando o uso das imagens sacras, mostrando que se ajoelhar diante de um objeto ou de uma pessoa não necessariamente significa adorar (imagine o rapaz pedindo a moça em casamento, se faz o tradicional ajoelhar, pecou? Ora, incoerência -risos); mas mesmo assim, aparecerá os papagaios que lutam contra verdade e vão comentar repetindo as mesmas coisas já refutadas. Eu não escrevi este texto para estes necessariamente, embora o meu coração deseje que o Espírito Santo, pela intercessão da Virgem de Fátima, possa tocar nos seus corações e infundir a luz da verdade. Mas escrevi para você, protestante de bom coração que está em busca da verdade; e para você, católico tão bombardeado. Vamos juntos conhecer a fé católica. Indico a leitura do livro “Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem” escrito por São Luis Maria Grignion de Montfort; “Glórias de Maria” escrito por Santo Afonso Maria de Ligório; e do próprio Catecismo da Igreja Católica pra conhecer o que a Igreja prega e ensina. Busque o conhecimento na Igreja, afinal, pra amar é preciso conhecer. E você não conhecerá a Igreja pelas lorotas que os neoprotestantes repetem sem nem saber o que dizem.

Vamos juntos buscar o conhecimento da verdade, que é Cristo. Vamos juntos buscar a santidade. Vamos juntos ser Católicos pra glória de Deus!

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe! Viva Cristo Rei do Universo!

Ps: lembro que uma vez ouvi o testemunho de uma mulher que ia fazer um aborto. Como todos devem saber, boa parte das clínicas clandestinas disfarçam. O disfarce desta que ela foi era, também, uma imagem de Nossa Senhora. Esta mulher relata que quando estava esperando para cometer aborto, olhando para a imagem de Nossa Senhora, ela lembrou da sua formação cristã católica, lembrou de Jesus... Olhando Nossa Senhora, que é Mãe, viu a graça da maternidade, de ser mãe, e desistiu do aborto. Uma imagem prega e salva mais vida do que nós. Pense nisso.








sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Desmoralizando uma nação católica



É preciso dizer não àqueles meios de comunicação que, esquecendo-se da sublime vocação do homem, entorpecem a mentalidade e fazem do pecado um projeto de vida


Os meios de comunicação social, embora exerçam papel fundamental para a informação, podem contribuir gravemente para a desmoralização da sociedade. Em 1952, quando os primeiros ventos de mudanças na legislação do divórcio sopravam sobre o Brasil, o então arcebispo de Cuiabá (MT), Dom Francisco Aquino Corrêa, escrevia jubiloso, no dia de ação de graças: “Não podemos esquecer aqui a vibrante reação e repulsa da opinião nacional às recentes ameaças do divórcio, o que prova que o Brasil se sente muito bem, na sua posição quase singular de povo anti-divórcio” [1]. Após várias décadas, o cenário brasileiro é exatamente o oposto. O divórcio não só virou lei como é advogado por grande parte da população. E isso se deve, principalmente, à atuação dos chamados mass media que, ao longo desses anos, ora por meio de telenovelas, ora pela divulgação de “indiscrições sensacionalistas e insinuações caluniosas”, trabalharam minuciosamente para moldar a opinião pública à sua imagem e semelhança [2].
Com raras exceções, a mídia é, inegavelmente, contrária à moral cristã. Dia sim dia também, a fé católica é atacada nas bases, a fim de que a Igreja deixe de exercer seu papel de Mater et Magistra. Ainda soam frescas em nossas memórias as estultices do diretor da BBC, Mark Thompson, acerca do posicionamento da emissora em relação ao islã e ao cristianismo: “Zombaremos de Jesus, mas não de Maomé” [3]. No Brasil, onde Thompson parece ter feito escola, de maneira parecida expressou-se recentemente um comediante, que protagonizou um dos “vídeos de humor” mais estúpidos contra os cristãos: “Eu, por exemplo, não faço piada com Alá e Maomé, porque não quero morrer! Não quero que explodam a minha casa só por isso” [4]. Assim funciona a lógica da covardia. Em nome do politicamente correto, o cristianismo é massacrado publicamente. Em nome do politicamente correto, coloca-se uma redoma de vidro sobre um grupo — mas não por respeito aos seus costumes e tradições, é óbvio, e sim por puro medo das possíveis consequências — e o escárnio sobre outro. Ora, que isto fique bem claro: os meios de comunicação social devem tutelar pelo respeito à dignidade da pessoa humana, inclusive por sua sua fé [5].
Antes de tornar-se João Paulo I, o cardeal Albino Luciani fazia um juízo certeiro sobre as ambiguidades da mídia. O então patriarca de Veneza dizia [6]:
Estes instrumentos, que pela sua própria natureza devem ser transmissores da verdade, se forem manipulados por pessoas astutas, à força de bombardearem os receptores com as suas cores sonorizadas e com uma persuasão tanto mais eficaz quanto mais oculta, são capazes de fazer que os filhos acabem por odiar o que seus pais possuem de melhor, e que as pessoas vejam como branco o que é preto.
Não seria o caso das telenovelas, por exemplo? Que dizer das inúmeras vezes em que a moral foi vilipendiada, com vistas a alcançar bons números de audiência, através de pornografia, cenas de adultério, defesa do aborto e de práticas contrárias à família? É verdade que elas não começaram com o beijo gay. As primeiras novelas a figurar na televisão brasileira ainda apresentavam algum resquício de moral e fidelidade aos ensinamentos cristãos. Os ataques, porém, foram introduzidos pouco a pouco e de maneira sutil, a fim de anestesiar a consciência das pessoas, para que, quando fosse posta em prática a “solução final”, por assim dizer, já não se encontrasse qualquer sombra de oposição. Na sua autobiografia, o escritor e romancista Dias Gomes (1922-1999), um dos maiores expoentes nesta luta de descristianização da sociedade, conta em detalhes como fazia para driblar a censura militar e disseminar as ideias comunistas na sociedade [7]:
“– Não passa – disse Nélson – os milicos não vão deixar.
– Mas eu mudei o título e os nomes das personagens. Também o protagonista não é mais cabo da Força Expedicionária, é um fazedor de santos. Claro, o sentido da história continua o mesmo.
– Ah, assim é capaz de passar, esses milicos são muito burros.”
O escritor falava de Roque Santeiro, um grande sucesso na história da teledramaturgia. Apresentando uma caricatura da Igreja Católica, Gomes atacou o celibato dos padres e defendeu a Teologia da Libertação numa única cajadada. A história apresentava a figura de dois clérigos. Enquanto o tradicional encarnava a opressão aos pobres, aproveitando-se da devoção popular, o liberal inspirava a luta pela liberdade, inclusive pelo romance com uma de suas paroquianas. O ator Cláudio Cavalcanti — que fez o papel do padre comunista Albano — explica a ideia numa entrevista à própria emissora:

Em 2008, o economista peruano Alberto Chong publicou uma pesquisa pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, na qual comprova a relação direta entre a mudança de comportamento do povo brasileiro e as ideias ensinadas pelas novelas [8]. “A família está no centro dessas transformações”, declarou Chong à revista Época. Neste sentido, mais uma vez é preciso repetir as palavras de Bento XVI ao povo brasileiro, quando da sua visita a este país, em 2007: “É preciso dizer não aos meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento” [9]. É preciso dizer não, sobretudo, àqueles meios de comunicação que, esquecendo-se da sublime vocação do homem, entorpecem a mentalidade e fazem do pecado um projeto de vida. Àqueles que não conduzem para a Jerusalém celeste; ao contrário, conduzem para Sodoma e Gomorra. Àqueles que rejeitam a paternidade de Deus para buscar a satisfação material. Finalmente, é preciso dizer não à pompa do diabo e às suas mentiras. Com Cristo ou contra Cristo.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Dom Aquino Corrêa, 22 de novembro de 1951. Discursos, vol. III. Dia de Ação de graças. pág. 326. Rio de Janeiro, 1954.
  2. Albino Luciani, Ilustríssimos senhores, págs. 141.
  3. Reinaldo Azevedo, A fala de um bestalhão covarde e arrogante…, in Veja (08 de março de 2012).
  4. Reinaldo Azevedo, Cuidado! A liberdade, inclusive a do humor, pode…, in Veja(03 de abril de 2013).
  5. Concílio Vaticano II, Decreto Inter mirifica sobre os meios de comunicação social (4 de dezembro de 1966).
  6. Albino Luciani, Ilustríssimos senhores, págs. 141-142.
  7. GOMES, Dias. Apenas um subversivo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998, pág. 224.
  8. Alberto Chong – “As telenovelas moldaram o Brasil”.
  9. Bento XVI, Homilia de Sua Santidade na Missa de Canonização de Frei Galvão (11 de maio de 2007).

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Por que o ABORTO é um crime que clama ao Céu por vingança?

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Não poderá prevalecer a PAZ na Terra, enquanto existir o aborto. Porque é uma guerra contra as crianças. Se aceitarmos que uma mãe mate seu filho no próprio ventre, como podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?” (Beata Teresa de Calcutá). Eis uma grande verdade: o aborto é o maior inimigo da paz. Nós cristãos anunciamos o aborto como um dos maiores e piores pecados da face da terra. Mas o aborto tem algo que o caracteriza de maneira mais forte; o aborto é um pecado que clama ao Céu por vingança. Nós católicos sempre falamos isso, porém, pouco é falado o do porquê o aborto clama a vingança do Senhor.

Existem pecados que apesar de ofenderem o Senhor, não clamam a vingança do Senhor. Porém, devemos lembrar que todo pecado será punido. Entretanto, existem quatro tipos de pecado que clamam ao Céu por vingança; citarei apenas o aspecto do aborto, mas para fim de conhecimento eis os pecados que clamam ao Céu: “Os pecados que clamam ao Céu e pedem vingança a Deus são quatro: 1º. Homicídio voluntário; 2º. Pecado impuro contra a natureza; 3º opressão dos pobres, principalmente órfãos e viúvas; 4.º não pagar o salário a quem trabalha. Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos.” (Catecismo Maior de São Pio X)

Partindo daí podemos então entender o porque de fato o aborto é inimigo da paz. A guerra vem como uma punição por causa deste crime.

O aborto é um homicídio voluntário, portanto, está enquadrado naquele primeiro pecado que clama ao Céu por vingança. E este homicídio contra uma criança indefesa no ventre de sua mãe, muitas vezes com o consentimento da própria mãe que por vezes faz ela própria o assassinato, faz subir de maneira mais forte o clamor de justiça. Toda boa obra será recompensada, mas toda culpa também será punida. Se o assassinato voluntário de um ser humano adulto inocente já clama ao Céu por justiça, imagine então o horror do assassinato de crianças no seio materno...

No Gênesis podemos ver que quando Caim matou Abel, o Senhor disse ao assassino: “Que fizeste! Eis que a voz do sangue do teu irmão clama por mim desde a terra. De ora em diante, serás maldito e expulso da terra, que abriu sua boca para beber de tua mão o sangue do teu irmão. Quando a cultivares, ela te negará os seus frutos. E tu serás peregrino e errante sobre a terra” (Gênesis 4,10-12). Agora imagine a voz de milhões de crianças inocentes que são abortadas na face da terra! Imagine as vozes das crianças chegando ao Trono de Deus... Imagine a voz do sangue de milhares (ou milhões mesmo, porque além dos abortos das clínicas, sabemos que os anticoncepcionais são potencialmente abortivos; além dos abortivos DIU, pílula do dia seguinte, etc.) de crianças que não tiveram a oportunidade de nascer. E ainda assim queremos receber as bençãos de Deus? Na realidade já vemos os frutos dos abortos feitos e colocados como um “direito” garantido e legalizado pelo Estado (já foi aprovado em vários países): falta de paz, falta dos frutos da terra (até a chuva tem sido escassa em muitos lugares dificultando os frutos), e temos andado peregrinos e errantes, com ideologias que prometem o paraíso mas que fazem da sociedade um inferno. Mas queremos paz, paz, muita paz, mas matando os inocentes no ventre de suas mães, colhemos o que plantamos: a morte.

Todo ser humano quando é criado por Deus, por amor, é dado a este ser um anjo da guarda. A glória de um anjo é servir a Deus. Para os anjos da guarda, servir a Deus é nos servir. Quando um anjo da guarda nos serve, auxiliando-nos, protegendo-nos, guiando-nos no caminho do Céu (apesar de que muitos negam e se opõe deliberadamente às inspirações do anjo da guarda), ele está na verdade servindo a Deus, e dando glória ao Senhor e Criador do universo. Os anjos obedecendo a Deus, servem a nós. Por isso vai dizer a palavra de Deus: Vou enviar um anjo diante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te preparei” (Êxodo 23,20). Este lugar que o Senhor nos preparou é o Céu. Portanto, quando Deus nos criou, no momento da Concepção, nos deu um anjo da guarda. E este anjo já nos protege no ventre da mãe. Mas é verdadeiramente quando nasce que dará a glória a Deus servindo-nos. Mas quando ocorre o aborto, havendo o assassinato deste pequeno inocente no ventre de sua mãe, o anjo da guarda não poderá glorificar a Deus no seu serviço de assistir àquela criança até o Céu. Então o anjo da guarda daquela criança irá até o trono de Deus e clamará por justiça! O anjo irá se prostrar diante da glória de Deus, e meio que falará “O Senhor me deu o serviço de cuidar desta pessoa. Eu quero servir o Senhor. E não me deixaram servir o Senhor naquela criança. Mataram ela. Eu quero justiça. Justiça! Justiça! Eu queria te servir mas me impediram, Senhor. Justiça! Justiça! Justiça!”Deus é misericordioso, porém, é justo. E como não ouvirá o clamor de espíritos puros como são o dos anjos? Deus, porém, é misericordioso, e se os anjos clamam por justiça, devemos clamar por misericórdia e fazer penitência reparando os graves pecados.

Mas para não acharem que estou enlouquecendo, isso que acabao de narrar está implícito no Evangelho. Vejamos o que Nosso Senhor Jesus Cristo nos fala:

Guardai-vos de menosprezar um só destes pequenos, porque eu vos digo que seus anjos no céu contemplam sem cessar a face de meu Pai que está nos céus. Porque o Filho do Homem veio salvar o que estava perdido […] Assim, é a vontade de vosso Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos” (Mateus 18,10-11;14)

Veja que não é o Anderson quem fala, mas sim o Senhor Jesus Cristo que nos orienta a não desprezarmos nenhum dos pequeninos, pois os seus anjos contemplam a face do Pai. Meus irmãos, se só o fato de eu desprezar uma criança já nascida, maltratando-a (como infelizmente vemos por aí), e até escandalizando-as ensinando o pecado (músicas imorais, programas imorais, crianças que já “namoram” cometendo impureza, vendo pornografia, etc.; tudo com consentimento de adultos), “só” aí os anjos já se queixarão diante de Deus, imagine o extremo do desprezar que é matar e jogar na lata de lixo. Meus irmãos, como esperar a benção de Deus, se nós temos permitido que as mães matem ou deixem matar seus filhos no seu ventre, e depois descartam a criança tratando-a como “lixo hospitalar”. Nem dignidade de ser humano o dão. Mas afinal, como esperar dignidade para com os restos mortais, se nem o direito à vida lhe foi dado. E ainda queremos paz...

Além do mais, o aborto em si cometido individualmente clama a ira de Deus, porém, quando este é legalizado e garantido pelo Estado, a ira de Deus é acesa mais rápida. Afinal, se o Estado legaliza o aborto, foi por omissão de quem os elegeram. Conheço a muitos que mesmo sabendo do plano abortista do PT votam no mesmo porque deixam isso para segundo plano. Aí além de votar no PT, quando fazem leis abortistas, nunca se vê tais pessoas lutando pela vida.

Por isso, vai lucida e sabiamente nos ensinar a Irmã Lúcia, vidente de Nossa Senhora em Fátima: "Se Portugal não aprovar o aborto, está salvo; mas se o aprovar, terá muito que sofrer. Pelo pecado da pessoa, paga a pessoa que dele é responsável; mas pelo pecado da Nação, paga todo o povo. Porque os governantes que promulgam as leis iníquas, fazem-no em nome do povo que os elegeu". O que ela dizia sobre Portugal, vale e muito para o Brasil. Creio que jpa colhemos os frutos do aborto de anencéfalos aprovado pelo STF de maneira arbitrária. O que será que acontecerá com o Brasil se apoiarem tantos e tantos projetos abortistas? Fora a distribuição de medicamentos abortistas, como pílula do dia seguinte, na rede pública. É o Estado quem financia, mas fomos nós que votamos. Se não pudemos fazer nada nas eleições, reparemos estes pecados lutando contra o aborto.

Se você for uma mulher que já abortou, saiba que apesar da gravidade do seu pecado, a Misericórdia do Senhor é infinita. A punição maior que tens recebido é o remorso da consciência, o trauma... Tu te arrependestes? Ótimo. Busque um padre para confessar. Confesse os teus pecados. Na confissão encontrará um Deus apaixonado por ti, que apesar dos teus pecados, está disposto a te perdoar e restaurar sua vida. Deus nos puni ouvindo o clamor de justiça dos anjos, porque nós cessamos de clamar por Misericórdia. Se confesse, rezem. Se sentir dificuldade, reze pelo menos um terço. Vai rezando um terço todos os dias. Ou mesmo, se for melhor, reze 7 Ave Marias em honra das 7 dores de Nossa Senhora, e Ela te auxiliará para alcançar o perdão de Deus.

Sou o Amor e a própria Misericórdia e não existe miséria que possa medir-se com a Minha misericórdia, nem a miséria a esgotará, visto que à medida que se dá – aumenta. A alma que confiar na Minha misericórdia é a mais feliz, porque Eu mesmo cuido dela.” (Jesus à Santa Faustina – Diário nº1273) Portanto, confiemos na Misericórdia de Deus. Se não confiarmos no Senhor, em quem confiaremos? Confesse. Deus quer te perdoar. Mas se não se arrependes, o Senhor ouvirá o clamor do sangue dos inocentes. Confie em Cristo! Clame por misericórdia!

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe! Viva Cristo Rei!


Ps: assista aos seguintes videos relacionados ao tema do aborto:



terça-feira, 4 de novembro de 2014

Por que dizer não à adoção de crianças por casais homossexuais?

Vivemos um dilema social que é o problema dos órfãos. E é bem verdade que este problema não é novo, mas podemos ver claramente o avanço cultural nesta área. Nos primórdios de nossa civilização não havia se quer uma assistência através do Estado, ou “órgãos públicos” por assim dizer, muitas vezes não funcionavam como deveriam as assistências básicas a estes esquecidos, ao passo que a adoção de uma criança ou adolescente órfão ficava na esfera da caridade religiosa e impulso pessoal. Com a evolução da sociedade, as questões sociais como a orfandade começou a se tornar um problema público, em que o Estado não só deveria interferir como ajudar as instituições caritativas, para dar uma dinâmica estrutural a este problema em busca de uma solução.
Para uma maior compreensão do artigo seguiremos a linha das minhas 4 linhas argumentações sendo que elas serão colocada em tópicos para maior visualização.
1-     Problema: Imposição cultural.
Hoje vemos que não curamos esta ferida social, mas avançamos. Porém não é difícil constatar que alguns grupos com a intenção de se consolidar, e estruturar suas opiniões usam de assuntos terminantemente sérios para se impor como solução. Isso se dá claramente na adoção de crianças por “casais” homossexuais. Não estou dizendo que estes casais tenham a intenção de impor seus dilemas sexuais aos outros, porém aqueles homossexuais militantes que estão por trás das leis de legalização das adoções por parte dos homossexuais, que assim se fazem de anjos guardiões que pouco estão se importando com estas crianças e sim, usando deste meio para conseguir se infiltrar na sociedade cristã a fim de satisfazer as organizações internacionais que pressionam o governo para uma nova moral mundial.
2-     Problema: Imposição homossexualidade como uma nova vertente sexual.
28Sabemos por estudos e principalmente pelo DR. Gerard Van denAardweg (Psicólogo PHD em Psicologia) que o homossexualismo não é genético, (para saber mais clique aqui) e sim da esfera comportamental ou traumática. Sendo assim o Dr. Gerard explica que a criança até atingir sua fase adulta de maturidade emocional, ela é totalmente influenciável e as condições de onde ela vive e com quem vive a influenciará a tomar para si suas características futuras na parte emocional, intelectual e sexual. Através dessa influência a militância gay vê a oportunidade de se consolidar na sociedade, fazendo das crianças presas fáceis e moldáveis para seus planos. Esta mesma estratégia é utilizada por exemplo através da cartilha Gay. Não estou aqui colocando um ponto final sobre a sincera vontade de um ou dois homossexuais de ajudar sinceramente uma criança órfã, mas sim explicitar que uma criação de uma criança por um casal homossexual não é benéfica e sim traumática para a criança que se verá em um ambiente que lhe trará confusão e questionamentos sobre si e sua sexualidade, questões que não são abertas a interpretações ou argumentações, como se houvesse uma escolha a qual sexo seguir, sendo sexo é uma característica inerente a vontade e não está no âmbito da faculdade de escolha. Todos nós se nos colocarmos nus em frente a um espelho veremos que temos o órgão sexual feminino ou masculino, temos útero e vagina ou pênis e testículos (independentemente de cirurgias), e não que alguém esteja impedido de escolher ser hétero ou não, pois isso é uma escolha que esta no campo ideológico, afinal isso é a liberdade de escolha, porém, não se pode igualizar a heterossexualidade com a homossexualidade como se ambas fossem biológica e geneticamente comprovada ser inerente ao ser humano; não há como apresentar o homossexual como um 3º sexo, e sim uma opção de vida e não um gênero sexual.
3-     Problema: Traumas psicológicos.
27Por mais que haja boa vontade, não podemos justificar uma caridade e passar por cima da moral e da ética. Os traumas psicológicos já podem ser vistos na sociedade como tal, se como o DR Gerard explica que o homossexual não é assim por natureza e tem a seu apoio estudos que comprovam suas afirmações, só podemos concluir que a homossexualidade esta no âmbito psicológico, constatamos isso ao vermos crianças confusas quanto sua sexualidade por ver nas escolas e na sociedade como geral uma difusão do “gayzismo” como uma vertente da sexualidade, as modas de roupas, estilos musicas, filme e novelas estão levando cada vez mais as casas das pessoas um homem feminino e uma mulher masculina ou a depravação moral em ambos os sentidos de vestes, conceitos estes totalmente confusos que na cabeça de uma criança causa grande tempestade de ideias imaturas quanto a si mesma. Não estou dizendo que necessariamente todas as crianças que fossem criadas por homossexuais seriam também homossexuais, mas sim que lhes trariam muitas dificuldades no desenvolvimento emocional. Dawn Stefanowicz que teve criação por parte de um pai homossexual descreve hoje através de seu livro os traumas decorrentes dessa criação que dificultou sua vida como um todo, e hoje após muitos anos ela faz palestras e luta contra a adoção de crianças por casais gays. Ela diz não como estudiosa ou psicóloga, mas sim como alguém que viveu este problema. Ao falar de seu passado ela diz: “foi complicado e traumático”, depois da morte do pai pela AIDS ela classifica sua criação por um pai gay como: “uma terrível experiência”. (clique aqui para ler a matéria inteira sobre a vida de DawnStefanowicz)
4-     Problema: Política fútil.
Como então sanar este problema? O problema não está relacionado à falta de casais para adotar crianças órfãs, mas sim na desigualdade social e no preparo de nossas crianças e adolescentes para viver uma vida sexual responsável, quanto mais pobreza, e falta de preparo na educação mais o número de órfãos tende a aumentar. Enquanto apresentarem a camisinha como o deus da prevenção ao invés da castidade, haverá crianças nascendo em lares desestruturados ou em mães totalmente alheias as responsabilidades maternais. No Brasil a lei mais apreciada é a lei do tapa buraco; a solução para os problemas são visíveis mas custa muita sinceridade 26e esforço para realizá-las. Por isso usam de alternativas para tentar sanar os problemas que facilmente encontrariam solução se o óbvio fosse executado, é o famoso “tapar o sol com a peneira” deixado de lado. Enquanto houver interesses de grupos minoritários sendo colocados acima dos interesses do Povo, aquela parte da constituição que diz “Todo poder emana do povo” é apenas uma grande “tertúlia flácida paradormitar bovino”. O povo brasileiro em sua maioria é terminantemente Cristão e contra a adoção de crianças por parte de homossexuais, ou será que irão negar isto também?
Autor: Pedro Henrique Alves
Revisora: Pâmela Hervatin