quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Após o ABORTO, INFANTICÍDIO também será legalizado no Brasil



Se tem algo que escrevi e que, no entanto, espero estar redondamente enganado, é no que acabo de dizer no título deste texto. Mas eu tenho que dizer isso com todas as letras: APÓS O ABORTO, O INFANTICÍDIO – OU “ABORTO PÓS NASCIMENTO” COMO TAMBÉM COSTUMAM CHAMAR – SERÁ LEGALIZADO NO BRASIL. Isso é uma questão de lógica. Uma prática é tão imoral quanto a outro. Mas para esse povo abortista, a vida em si é relativa; portanto, se pode um, porque não pode outro?

Os esquerdopatas, jovens abortistas, feministas estéricas gritaram chiliquentas dizendo que estou exagerando e falando coisa sem base para tentar atrapalhar o processo de descriminalização do aborto no Brasil (como se minhas palavras tivessem força de lei). O fato é que a ligação do infanticídio com o aborto (que não deixa de ser um infanticídio, uma vez que também trata-se do homicídio de uma criança) é bem clara nos países onde desgraçadamente o aborto foi legalizado. Podem analisar esta prática nos EUA, Inglaterra, Holanda, Bélgica, China, etc., e verás que não estou maluco.
Aqui no Brasil o povo parece ser meio anestesiado com os acontecimentos. Se falamos algo, logo dizem que é teoria da conspiração, coisa de internet, exagero. Mas podemos analisar como é a picaretagem para legalizar o aborto de vez aqui no Brasil. E aí sim quero falar estritamente do infanticídio.

Todos sabem – ou deveriam saber – que a tática para a implantação do aborto nos países que colocam alguma barreira contra a mesma – caso do Brasil – é aumentar o acesso naquilo que já é legal. A maioria esmagadora da população brasileira – segundo as pesquisas – é contrária a legalização do aborto; entretanto, alguém colocou na legislação brasileira que se pode abortar em caso de risco de morte para a mãe e em caso de estupro. Particularmente não concordo com nenhuma das formas de aborto, uma vez que alguém acabará morrendo, no caso o bebê. No caso de risco para a mãe é complicado, mas que certeza o médico pode dar? Há vários testemunhos de pessoas que os médicos recomendaram o aborto para salvar a vida da mãe, e no entanto, a mãe recusando-se ambos viveram (Clique aqui e veja o depoimento de Roberto Bolaños – Chaves – sobre o aborto que sua mãe recusou e ele então nasceu); e no caso de estupro é incoerência, uma vez que a criança inocente morrerá pelo crime do pai. Ordinariamente existe pena de morte no Brasil? Não. Mais claramente: o estuprador terá pena de morte decretada pela Justiça? Não. E porque o filho no ventre da mãe terá que sofrer a pena de morte? Não é incoerência? Mas deste assunto tratemos mais tarde...
Tendo essas duas possibilidades de aborto sem ter que se aplicar a pena do crime (porque, segundo o Código Penal Brasileiro, não deixam de ser crimes, só não são penalizados), os movimentos Feministas, financiados por grandes empresas interessadas no controle de natalidade em nossa nação, começaram a dar seus chiliques e a pedir por mais. E como elas conseguirão – espero que não consigam! Rezemos e trabalhemos para impedir a legalização do aborto no Brasil! -? Se engana achando que é no ataque direto, ou seja, aprovando diretamente uma lei semelhante a atual dos EUA que legaliza o aborto até o – PASMEM – 9º mês de gestação. Apesar de sempre gritarem na mídia para liberar o aborto em todos os casos; da comoção geral – como se a vítima fossem elas e não os fetos mortos criminosamente e jogados no sexto de lixo – fazendo com que os mais ignorantes sintam pena delas (como é a tática do Eduardo Jorge do PV - e até mesmo Dilma do PT - ao dizer que as mulheres não podem ser tratadas como criminosas); apesar também das novelas que colocam o aborto (com fundo musical triste) como algo necessário para a saúde da mulher; a principal ação abortista não é nem essa. Com tudo isso eles tentam apenas relativizar a consciência do povo brasileiro para que quando surgir a aprovação da lei, nós reajamos de forma natural, lembremos da moça da novela e falemos o tradicional “mas acontece também na vida real, 'bixinha'” e então passemos a ter uma moral fragilizada a ponto de não termos coragem de bradar contra o aborto por medo de represália e porque, ah, nos tornamos a geração Pilatos, enfim, lavando a mão.

Isso que falei foi em relação a ação da militância abortista para tentar fazer o povo mudar a opinião conservadora que tem – graças a Deus – em relação ao direito ao dom da vida desde a concepção até a morte natural. Já no Congresso Nacional e, ilegalmente, no STF, os movimentos e partidos abortistas agem para expandir o já aprovado. Ora, a questão da vida para este povo sujo de sangue inocente é tão relativo e insignificante, que, até mesmo por orientação dos movimentos internacionais – coisa que o próprio Eduardo Jorge, presidente do PV, assumiu em um debate presidencial dizendo que faz parte de um movimento INTERNACIONAL pela legalização do aborto – começa a trabalhar para expandir até onde podem. Foi assim que se deu a legalização, ILEGAL, diga-se de passagem, do aborto de anencéfalos. Digo que foi ilegal porque o Supremo não fez um julgamento, mas agiu como legislador. O STF tem que fazer julgamento quando há omissão da legislação, coisa que não acontece porque a legislação atual é clara no que pode e não pode, e também existem vários PL no Congresso, tanto pró como contra aborto.

Fora que o uso do STF para essas causas esquerdistas é tão nítida, que mal saiu a decisão do STF, já sai nota do Governo Federal, se não me engano por meio do Ministério da Saúde, dizendo que já haviam hospitais para se realizar os abortos e outros seriam preparados. Se a população precisa de uma cirurgia e não consegue pelo SUS, ao entrar na justiça, e esta lhe der causa ganha, o Governo ainda enrola para pagar a cirurgia e as pessoas morrem esperando. Mas pro aborto, vai de bate-pronto.

Mas quando na época falamos que ao legalizar o aborto de anencéfalos abriria precedente para que além deste crime, se legalizasse o aborto nos demais casos, as pessoas começaram a bradar dizendo que era mentira, exagero, coisa de religioso maluco, blá, blá, bla... O que aconteceu? Foi aprovada a lei “cavalo de tróia” (Clique aqui e entenda esta lei e ajude a derrubá-la). De forma “camuflada” o aborto foi legalizado e – PASMEM – estipulando o preço de 443,40 para cada aborto. A vida humana vale isso? Sejamos sensatos, a vida humana não tem preço. Deixe-os nascer. Deixe a vida viver.

E assim caminhamos. Uns as claras, outros camuflando pra não se “sujar” - como se mesmo interiormente aprovando tal crime e sendo conivente não estivesse suja – para não perder apoios. É o caso da candidata Marina Silva, do PSB, que diz não ser a favor do aborto, mas quer fazer um plebiscito. Ela quer agradar gregos e troianos para poder ganhar eleição. Como bem falou o Padre Paulo Ricardo: “Eu sou a favor de um plebiscito para o aborto, se antes a gente fizer um plebiscito para saber se podemos matar o presidente da República.” obviamente, como o mesmo concluiu, se é imoral fazer um plebiscito para matar o Presidente, também o é para matar as crianças no ventre das mães.

Se temos candidatos que não tem senso moral para colocar um plebiscito deste tipo para ser votado, achas que fará algo para caso - que Deus nos defenda! - de ocorrer a legalização do aborto, que se comece também a do infanticídio? Eu duvido muito.

Nos EUA onde o aborto também foi legalizado criminosamente até o 9º mês da gestação também se pode fazer o infanticídio sem cometer crime. Ah, e ia me esquecendo. Para não ser tão estranho o termo “infanticídio” (palavra feia neh) os abortistas usam “aborto pós nascimento” ou “aborto pós natal” (afinal causa menos hogerisa quando o aborto já foi tornado legal naquela nação). Sendo assim, o infanticídio – ou “aborto pós nascimento – funciona legalmente nos EUA quando uma criança nasce com deficiência e os pais podem autorizar o “não dar assistência” para as crianças. Mas “oxe”, o que é isso? Isso significa que, caso os pais queiram, o hospital deixará de dar alimento (que é uma das assistências) e assim a criança deficiente será morta após o parto, rejeitada por seus pais orgulhosos e mesquinhos.

E isso meus queridos, já acontece no Brasil. Mas claro, por debaixo do pano. O próprio aborto mesmo sem ser regulamentado não é tão criminalizado. Me parece que os órgãos públicos e a mídia são instrumentalizados para não agir para o combate ao crime do aborto. Um exemplo: por acaso você vê nos telejornais grandes matérias de repórteres investigativos investigando o aborto clandestino e, emocionadamente, os donos das clínicas sendo presos? Você vê isso? Imagina. Quando acontece uma ou outra prisão, no máximo é uma notinha no jornal. Alguns casos dão até matéria no telejornal, mas nada que a mídia bata. Ora, se o aborto é crime, porque não há combate ostensivo contra este crime? Se os militantes abortistas dizem haver milhares de milhares de abortos clandestinos seguido de morte das mulheres, cadê a polícia prendendo esses donos de clínicas? Ora, não estão prendendo tanto porque o próprio número de aborto no Brasil é vigaristamente aumentado. Assista aos videos ao final do texto e entenda como funciona essas estatísticas que as feministas jogam na mídia. Mas, hipoteticamente, se fosse verdade, como eles sabem disso? Se sabem é porque está as claras, e se está as claras deveria ter a polícia desmantelando a rede abortistas e esses sanguinários sendo presos. Não acontece essas prisões porque o número é bem menor do que as feministas falam, e porque os que existem os órgãos competentes fazem corpo mole. A própria mulher que aborta, muitas vezes sem a menor repulsa, nem chega a pagar a pena.

E se a situação atual do Brasil já é vergonhosa moralmente por causa da ação da mídia, imagine quando aprovarem o aborto (falo principalmente na questão da classe política que trata a vida como alguma coisa qualquer).

Na China os casais só podem ter um filho. Quer mais filhos? Na China, ou você paga a multa no valor x, ou terá que abortar. Caso não tenha abortado, após o nascimento ocorre o infanticídio. Isso é comum por lá. Países europeus que legalizaram essa prática luciferina (legalizaram após o aborto), acabam por matar a criança após o parto simplesmente por ter olhado pra criança e não gostado dela. Isso mesmo. A criança tem o olho de uma cor, mas queria de outro... mata! Pais que acabam matando as crianças após o nascimento por querer a criança de outro sexo. Pais que chegam ao ponto de, no caso de gravidez de gêmeos, escolher um para viver e o outro para morrer e ser jogado no lixo hospitalar. Este é o século XXI que as pessoas se gavam dizendo ser o tempo da liberdade e da evolução. Evolução é como ocorre na Índia o número populacional das mulheres diminuindo? Sabe porque, “queridas” feministas? Porque, segundo vocês, “o aborto é decisão da mulher”, e então, na Índia, as mulheres abortam quando descobrem que... QUANDO DESCOBREM QUE ESTÃO GRÁVIDAS DE MENINAS! Isso mesmo. Cadê os movimentos feministas ajudando as mulheres na Índia que estão sofrendo este preconceito, quase que caminhando para a extinção? Ah, não interessa, não é verdade? Afinal, é isso mesmo que as fundações que patrocinam vocês (como a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller) querem. Não é mesmo? Hipócritas!

O fato é que querem relativizar o dom da vida. Tanto faz, para a geração assassina que temos, matar com um dia de fecundação, 9 meses, ou depois de sair do ventre das mães.

A própria defesa para o infanticídio legalizado é lógico se o aborto for levalizado. Por isso, para não vermos a barbárie completa em nossa nação, impeçamos esta desgraça chamada aborto. Pois, se autorizarmos a morte de um bebê no ventre de sua mãe, como impediremos que o matem fora do ventre dele? Por isso, o infanticídio é o caminho “lógico” para o aborto (que é ilógico, pois não há nada que o justifique).

Para ser bem claro: boa parte da população fica sentimental, triste, revoltada, quando aparece o caso de algum bebê que foi abandonado pela mãe no lixo, no rio, lago, enfim. O abandono de um incapaz causa revolta naqueles que ainda tem um pingo de consciência moral e razão dentro de si. No entanto, se você se comove com o bebê abandonado no lixo, como não se comove ao encontrar, também num lixo, os restos de um bebê que foi abortado? Qual a diferença? Nenhuma! Tanto não há diferença que as feministas mais baixas, chegam a usar o caso de abandono de crianças para dizer “Tá vendo, por isso tem que legalizar o aborto, para que não ocorra os abandonos de crianças”. "Viram só? A vida virou relava para esse pessoal. Para evitar o abandono, mate-o logo. Se é pra – caso não o achem a tempo – morrer de hipotermia, mate logo na barriga da mãe e tudo bem. Afinal, como de forma muito lúcida afirmou o jornalista Paulo Eduardo Martins “A diferença do aborto para um homicídio, é que no aborto não precisa olhar na cara.” E é a mais pura verdade. É melhor matar de uma vez as crianças no ventre – olhando a (i)lógica feminista – do que enfrentar a realidade social em que estão as mães. É mais fácil, por exemplo, decretar a morte de uma criança fruto de um estupro, do que o Estado amparar a mãe para que a auxilie a criar a criança caso ela se recuse a cometer o aborto (caso da proposta do “Estatuto do Nascituro” que os abortistas sempre estão criticando).

Sendo assim, meus queridos irmãos, até nós podemos ser mortos sem problema algum. Pois a diferença do nosso nascimento para agora é que crescemos. Pegue um bebê recém nascido e compare com um que, mesmo com 9 meses, foi abortado, e diga-me a diferença. Nenhuma. A vida virou relativa. A ordem é matar. Peguem até mesmo um bebê com 12 semanas de gestação, já todo formado, e me diga a diferença pra um bebê de 1 mês de nascido. Qual a diferença além do tamanho? Nenhuma. Portanto, se formos pela lógica abortista, se pode matar no ventre, também pode matar fora, pois tanto um como outro são a mesma coisa. E a pergunta é: onde vamos parar?

Por isso a (i)moral feminista é essa: mate antes que nasça, mas se nascer, mate se quiser também. Em boa parte dos países que legalizaram o aborto isso já ocorre sem penalizar os autores do crime. E nós, vamos deixar o aborto crescer chegando a matar desse jeito?

Já até ouvi de uma feminista: “Eu acho que isso é uma questão delicada que ainda não foi fechada pela medicina, e é pautada por diversos movimentos, pela Igreja, pela medicina, enfim, de onde começa a vida; pra mim, de fato, isso não importa.” - E, além disso, temos o infanticídio bem presente nas tribos indígenas brasileiras onde se matam as crianças por bobagem. Existem tribos que, ao nascer gêmeos, o que nasce primeiro vem da luz, o segundo tem que morrer. E matam. E o que o Estado tem feito? Tem é colocado obstáculo nos pró-vidas que querem salvar e ADOTAR os indígenas.

E tenho que alertar, essas porcarias (aborto e a morte após o nascimento) serão legalizadas no Brasil se não fizermos nada. Espero que não levem na brincadeira como no caso do STF.


Ora et Labora; orar e trabalhar. Pense em quem você vai votar. Milite pela vida antes, durante e depois da eleição. Seja um apóstolo da vida. A vida começa na concepção e deve seguir seu caminho natural até a morte natural. Diga SIM a vida. Vida sempre. Deixe-o nascer. Deixe estes dons do Senhor nascerem.

Ps: indico que leiam o texto do Reinaldo Azevedo falando sobre o Infanticídio ~> Dupla defende o infanticídio

Assista aos seguintes videos relacionados:



Documentário:  Blood Money - Aborto legalizado


Aborto - O grito silencioso


Raízes históricas da cultura da morte




Elaboração e Evolução das Estatísticas de aborto no mundo




Mulher desmascara feministas e denuncia organizações que financiam os movimentos feministas no Brasil



A nova estratégia mundial do aborto - parte 1




A nova estratégia mundial do aborto - parte 2



Esclarecimentos sobre a Lei "Cavalo de Tróia"




AJUDE A IMPEDIR A MORTE DE MILHARES DE BEBÊS. LUTE CONTRA A LEI CAVALO DE TRÓIA.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A importância do silêncio para ter discernimento

Salve Maria Imaculada, Esposa do Espírito Santo! Viva Cristo Rei!

Se há algo que tem destruído a espiritualidade do homem do século XXI é a tagarelice; em outras palavras, a falta de silêncio, tanto exterior, mas principalmente interior. Em suma homem moderno não sabe imitar Nossa Senhora que guardava todas as coisas em Seu coração (cf. Lucas 2,19). Nós assim vivemos assim porque cada vez mais aumenta-se a poluição sonora; nunca antes na história da humanidade se produziu tanto barulho destruidor como nestes tempos. Se você mora numa região bem interiorana, talvez (na verdade, bem TALVEZ mesmo) você ainda usufrua de um silêncio moderado; porque já nas áreas urbanas, nos grandes centros, tudo nos leva a fugir do silêncio: buzinas, motores, carros de som, gritos, música alta (e nos mais variados rítmos, tudo dispersando o silêncio, como por exemplo: Rock, Funk, Rap, Eletrônica, etc.), televisão, rádio, conversas... E assim cada vez mais o silêncio é pouco “ouvido”.

Talvez você se pergunte o que tem a ver isso com o discernimento e com o “escutar a Deus”. Bom, a própria espiritualidade moderna tem vivido muito em cima de barulho. E se nós não aprendermos na escola da Virgem Maria (Nossa Senhora do Silêncio) a nos calarmos, mas não qualquer calar, mas um calar em Deus, nossa espiritualidade vai por água abaixo. No louvor Deus habita, mas é no silêncio que escutamos a Sua voz. E se ficarmos de gritaria em gritaria se silenciar (que é diferente de fechar a boca, pois muitos quase não abrem a boca, mas interiormente vivem “no mundo da lua” pensando em mil coisas “abafando” a voz de Deus).

Para entendermos a importância do silêncio, lembremos do que a Palavra de Deus nos ensina. O profeta Elias foi para o monte Horeb orar, dizendo que estava devorado de zelo pelo Senhor. O povo tinha abandonado o Senhor, passaram a fio de espada os profetas, e queriam matar também a Elias. O Senhor lhe falou. E é na resposta do Senhor, juntamente com o que ocorre em seguida, que quero que meditemos profundamente: “[...]'Sai e conserva-te em cima do monte, na presença do Senhor! Ele vai passar'. Nesse momento, passou diante do Senhor um furacão, tão violento que fendia as montanhas e quebrava os rochedos, mas o Senhor não estava naquele vento. Depois do vento, a terra tremeu, mas o Senhor não estava no tremor de terra. Passado o tremor de terra, acendeu-se um fogo, mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma brisa ligeira. Tendo Elias ouvido isso, cobriu o rosto com o mento, saiu e pôs-se à entrada da caverna. Uma voz disse-lhe: 'Que fazes aqui, Elias?'[...]” (1Reis 19,11-13) – Vejam só, passando à frente do Senhor furacão, terremoto, fogo, mas o Senhor não estava em nenhuma dessas coisas. E onde estava a presença do Senhor? Na brisa ligeira, na brisa suave, ou seja, no santo silêncio. Muitos hoje confundem, por exemplo, unção num grupo de oração ou ministério de música com quem mais faz barulho. “Fogo! Fogo do Espírito...” Mas sem silêncio, há somente um clamor, mas sem resposta do Espírito Santo. Por quê? Ele não responde as orações? Responder, bom, responder Ele responde, o problema é que quando inexiste o silêncio, principalmente interiormente, fica difícil saber o que o Espírito Santo está falando. E é por isso que em vários lugares, pessoas falam coisas popularmente conhecidas como “da carne” (isso tanto em pregações, como em proclamações durante oração). Mas como uma pessoa que não faz silêncio interior, não reza, passa o dia ouvindo coisas do mundo, vai rezar e/ou pregar? Aí fica difícil. É um grupo e/ou pessoas carnais mesmo.

Já vai nos ensinar São Paulo Deus não é Deus de confusão, mas de paz.”(1Coríntios 14,33) e também “Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós, bem como toda malícia.”(Efésios 4,31). Mas infelizmente temos vivido no tempo da gritaria, da distração, enfim. Pouco se tem ouvido o Espírito. Para quem é de grupo de oração, por exemplo, deve viver o santo silêncio em toda a sua vida, e, principalmente ao servir no grupo de oração ao querer proclamar alguma coisa como vinda de Deus. Como que você sabe que aquilo vem de Deus? É no silêncio que saberás... Você não pode sair proclamando tudo que vem ao seu coração. Você precisa silenciar para discernir se isso vem de Deus, do demônio ou da sua carne humana mesmo. Isso vale para todos os casos. Veja bem, se você quer saber se determinada coisa é da vontade de Deus ou não, se está discernindo namorar com certa pessoa, se está querendo entrar na universidade e fazer tal e tal curso, como saberemos a vontade de Deus? (principalmente questão vocacional, como saber se Deus me chama ao sacerdócio, vida religiosa, matrimônio, enfim, como?) A resposta está em orar e silenciar, mergulhando em Deus para escutá-lo; pois na calmaria escutaremos Sua voz. E quando digo “escutaremos Sua voz” não quer dizer que o Céu se abrirá e eis que uma voz grossa e onipotente se comunicará com você; isso será muito pouco provável, mas como lemos na passagem do 1Reis, Deus se manifesta na brisa suave. No nosso silêncio conseguiremos compreender os sussurros do Espírito Santo, pra onde Ele está a nos guiar. E isso não é um dom dado a uns apenas, mas dado a todos. Não é nada de extraordinário, trata-se do dom de Conselho do Espírito. Ele que vem nos aconselhar. Então o Espírito com o dom de Conselho, Sabedoria, Inteligência, vem nos mostrar sua vontade. O problema não é ausência de dons, já que são dons ordinários, o problema é que não fazemos silêncio.

O problema da nossa tagarelice é tamanha que levou Santa Faustina falar por diversas vezes a respeito da importância do silêncio para a vida interior. Ela chegou a escrever palavras duríssimas a respeito da falta de silêncio. De fato, nós fazemos um “uso desordenado da língua”. Por isso medite nessas palavras da grande Santa Faustina:

A língua é um membro pequeno, mas realiza grandes coisas. A religiosa que não sabe calar-se nunca atingirá a santidade, ou seja, jamais será santa. Que não se iluda – a não ser que através dela esteja falando o Espírito de Deus, é preciso ter o silêncio da alma e calar-se, não com um silêncio sombrio, mas com o silêncio na alma, isto é, com o recolhimento em Deus. Pode-se falar muito e não interromper o silêncio, e ao contrário pode-se falar pouco e sempre romper o silêncio. Oh! Que dano irreparável implica a inobservância do silêncio! Faz-se um grande mal ao próximo, porém ainda maior à própria alma.

Do meu ponto de vista e experiência, a regra do silêncio deveria estar em primeiro lugar. Deus não se comunica à alma tagarela que, como o zangão na colmeia, zumbe muito, mas não fabrica mel. A alma tagarela é vazia interiormente. Não há nela nem virtudes sólidas, nem familiaridade com Deus. Não há nela condições para levar uma vida mais profunda, para a doce paz e silêncio, em que reside Deus. A alma que não saboreou a doçura do silêncio interior é um espírito inquieto e pertuba o silêncio dos outros. Vi muitas almas nos abismos do inferno, por não terem observado o silêncio. Elas mesmas me disseram isso, quando lhes perguntei qual tinha sido a causa da sua perdição. Eram almas de religiosas. Meu Deus, que grande dor, pois, afinal, poderiam não apena estar no Céu, mas mesmo ser santas!

Ó Jesus, misericórdia! Até tremo quando penso que devo prestar contas da minha língua! Nela está a vida, mas também a morte; muitas vezes, matamos com a língua, cometemos verdadeiros homicídios, e ainda consideramos isso como coisa pequena? Realmente, não compreendo consciências desse gênero. Conheci uma pessoa que, tendo sabido de certa coisa que dela se falava... adoeceu gravemente, e resultou disso que perdeu muito sangue e derramou muitas lágrimas. E este triste resultado não foi causado por uma espada, mas apenas pela língua. Ó meu Jesus silencioso, tende misericórdia de nós!” (Diário de Santa Faustina 118-119) [destaque nosso]

Forte, não? Apesar de eu achar que as palavras de Santa Faustina são bem claras e diretas, gostaria de falar algumas coisas sobre seus apontamentos.

Veja bem, só só atingiremos a santidade se fizermos silêncio. Afinal, só silenciando ouviremos a voz de Deus, e conseguiremos fazer a distinção do que é bom e do que é ruim. Se a desobediência dos nosso primeiros pais, tentados pela serpente, ao comerem o fruto do bem e do mal desordenaram todo gênero humano; nós ordenamos a nossa vida, aprendendo a distinguir o bem do mal, não mais desobedecendo a Deus, mas para obedecer os 10 mandamentos e Sua lei, com o “fruto” do silêncio. Só no silêncio conseguimos ter um verdadeiro discernimento dos espíritos.

Santa Faustina deixa muito claro que não basta apenas silenciar exteriormente, mas tem que ser um silêncio em Deus. Não basta por exemplo, sair das grandes cidades, ir pra um retiro no meio do mato, se lá eu não silêncio em Deus e me atolo em barulhos interiores. Ela mesma diz “Pode-se falar muito e não interromper o silêncio, e ao contrário pode-se falar pouco e sempre romper o silêncio”. Como isso? Bom, veja bem: uma pessoa pode ser, por exemplo, um professor em três turnos, ou seja, passar o dia falando, mas este ouvirá a voz de Deus se dentro dele ele manter a serenidade de uma vida unida a Deus, se tirar tempo pra oração e pra escuta da voz de Deus. Isso foi um exemplo. É o caso de pregadores, que falam, falam, mas não quer dizer que não estejam fazendo silêncio. Um bom pregador deve estar silencioso antes, durante e depois da pregação. Antes para compreender o que o Senhor quer que ele pregue; durante para discernir as moções do Espírito, sendo assim sabendo o que vem de Deus e o que são tentações para apenas distraí-lo; e depois para colher os frutos e manter-se unido a Deus. Como que eu vou pregar se antes eu estava pensando na morte da bezerra? Ou como pregarei se antes da pregação estava ouvindo música do mundo? Como pregarei se ao pregar estou pensando em namoro, jogo de futebol... Veja, pode até não falar nada disso, mas pensando... Está assim abafando a voz de Deus.

E é bem por isso que hoje existe uma grande falta de discernimento na vida de todos os católicos. Se Santa Faustina diz que pode-se falar pouco e sempre romper o silêncio, isso vale e muito para os nossos dias. Eu posso passar um dia inteiro sem abrir a boca para pronunciar uma palavra sequer; porém rompendo o silêncio. Como pode isso? Ora, veja bem. Hoje muitos acham que vivem em silêncio, mas interiormente somos barulhentos, frios, sem experiência com Deus, sem virtude. Achamos que estamos vivendo a virtude do silêncio, mas passamos o dia todo no Facebook, por exemplo. Não abrimos a boca para pronunciar nada, mas passamos o dia todo lendo besteira no Facebook, Twitter “Zap-Zap”, etc. O demônio é tão astuto, que além de nos distrair prendendo-nos na frente de um computador, quando dizemos “chega! Quero viver!” o que fazemos? A mesma coisa, só que no celular. Ficamos horas e horas no computador, e quando saímos de casa, saímos conectados nas redes sociais pelos aparelhos celulares que levamos para todo lugar, até mesmo pra Igreja. E o silêncio? E depois queremos ouvir a voz de Deus. E pior ainda: depois dizemos que os desejos da nossa carne são voz de Deus. Faça-me o favor! Silenci-se em Deus.

Com isso, como diz Faustina, ficamos com espírito inquieto, pertubado, e chamamos isso de “aridez espiritual”, afinal, os santos sofreram aridez; entretanto, deveria ser chamado de tibieza e safadeza, porque estamos trocando a vida íntima com Deus pelo barulho e conversações desnecessárias com criaturas. “Aí, minha alma está árida”. Não, não é sua alma que está árida, é sua conta no Facebook que está muito acessada e o Santíssimo pouco visitado. E pouco visitado no silêncio. Hoje em dia vamos pra adoração e o que fazemos? Tiramos foto pra postar em tempo real. “Estou aqui adorando o Senhor, vem você também” - deve postar alguns. Adorando e acessando rede social? Legal heim guerreiro, sua mente e espírito bilocam não é mesmo?

E falo isso porque vejo minhas próprias misérias. Tenho persebido que depois de passar longo tempo no Facebook, saio, desligo o computador... pego o celular e entro no Facebook pra ver se alguém mandou alguma mensagem durante os longos 2 minutos entre sair e desligar o PC. Ora, aí quero ouvir a Deus e ser santo, heim? Vocês devem ter persebido que ando escrevendo pouco. Tenho que admitir que não é por falta de inspiração, é por falta de surra mesmo. Muitas vezes O Espírito Santo me inspira um tema para escrever. Antigamente quando vinha a inspiração já pirava, fazia uma oração, escrevia, postava, amém. Hoje? “pera, deixa eu compartilhar tal coisa no face, ver tal comentário no Youtube, responder fulano e fulana no bate papo... Olha só! Twitter...” e quando penso que não: “o que eu ia escrever mesmo?” As vezes lembro o tema, mas não lembro o corpo do texto que já vinha no coração. Entendem? Abafei a voz de Deus. Outras vezes digo que vou fazer video no lugar de escrever. E com os meus barulhos interiores, nem video nem texto, só tibieza e sem vergonhice da minha parte. Eu sou um poço de miséria e negligência. E como devo tremer e me converter ao ler esta frase de Santa Faustina: Ó JESUS, MISERICÓRDIA! ATÉ TREMO QUANDO PENSO QUE DEVO PRESTAR CONTAS DA MINHA LÍNGUA! - Como é terrível, meus queridos irmãos, saber que minha língua e meu intelecto deveriam estar focados na glória de Deus, mas passo o tempo a tagarelar em redes sociais, com outras pessoas ou comigo mesmo. E ao pensar: e se eu morresse agora? Meu Deus, Misericórdia! Olha tanta coisa, tanto em relação a video, textos pro blog, e até livros que o Senhor me inspirou e fui deixando pra depois, e estou até agora sem publicar. E tudo porquê? Sem silêncio, perdendo tempo com tudo, menos com o Tudo que é Jesus Cristo.

No mais, meus queridos irmãos e irmãs, se esforcem para viver este santo silêncio em Deus. Se quer saber se seu namoro é da vontade de Deus, se deves entrar na universidade e qual curso fazer. Ou se és de grupo de oração ou em um terço ou adoração vem algo em seu coração, mas teme proclamar por não saber se vem de Deus, lembre-se dessa frase de Santa Faustina: DEUS NÃO SE COMUNICA À ALMA TAGARELA. Você tem sido tagarela? Exemplo: acorda e não reza, vai pra internet, conversa com monte de gente, ouve músicas mundanas. Por exemplo, como já fiquei sabendo de caso de jovem que foi pregar em um retiro mas antes da pregação estava ouvindo música sertaneja. E além disso só conversa, chega na Igreja não vai pro Santíssimo, ou se vai é rápido, e logo se põe a converar. A pessoa chama para começar a pregação, e ele estava conversando. Meu irmão, minha irmã, se você e eu estamos nos preparando pra pregar, rezar, interceder assim, sinto muito, mas só vamos pregar e/ou proclamar coisa da nossa conversa, coisa da nossa carne. Deus fala! Deus é um Deus vivo que se comunica com Seus filhos. Por favor, pare de se comunicar com o barulho mundano, para ouvir a doce voz do Espírito na brisa leve para assim proclamar as coisas do coração de Cristo.

E ao escrever este texto me veio ao coração outro caso de “barulho interior” que o demônio pode facilmente camuflar como virtude. A pessoa não sobra o joelho pra rezar antes dos estudos. Por exemplo, a pessoa não reza, reza pouco, barulhento, não faz uma leitura orante da Palavra, não faz essa meditação no silêncio; porém, para esta alma tudo está tranquilo porque – não vive de sentimentalismo, aliás – ela ler bastante livros cristãos. Faz leitura de vários e vários livros da vida dos santos, livros sobre as maravilhas da oração, sobre a tradição da Igreja, le sobre os Concílios, sobre os mártires, faz uma leitura intelectual da Bíblia... Ó que comunhão com Cristo! Não! Comunhão com a soberta. Pois, segundo o que ensinam os santos, podemos concluir que nas Sagradas Escrituras e nas demais piedosas leituras procuramos a Deus, mas na oração o encontramos. Talvez você saiba decorado versículos e versículos bíblicos, textos inteiros de santos, a ordem dos Papas de Pedro até Francisco, tudo “tim tim por tim tim” da tradição da Igreja e da vida dos santos... mas e a oração? E o silêncio? As vezes a gente não faz oração porque vamos ler um livro que fala de oração. Mas depois rezamos, neh? Não, depois nos distraímos lendo um livro que fala de outro assunto. E assim, o demônio vai camuflando nossa falta de oração, nosso “barulho interior”, com essa falsa piedade. O estudo, a boa leitura é muito importante para nos auxiliar na caminhada com Deus, mas jamais pode ser empecilho para a vida de oração, para a vida de intimidade com o Senhor. Por isso diz Santa Teresa de Ávila que quando uma pessoa entra na vida de oração, o inferno todo se levantará para tirá-la. Que nada, nem os bons livros, te tirem da união íntima com Aquele que os bons livros devem levar: Jesus Cristo. Faça silêncio. Leia com moderação. Silencie sempre. Fale sob inspiração do Espírito Santo.

E se você é um religioso que existe regra de silêncio ou algo do tipo, veja o que Santa Faustina fala, ela viu religiosas no inferno porque não cumpriram as regras, mesmo que pequenas, penso eu, a respeito do silêncio. Santa Faustina também fala que uma pessoa que guarda o silêncio sempre age sob ação do Espírito Santo.

Que Nossa Senhora, a Virgem do silêncio, nos ajude a silenciar exterior e principalmente interiormente para que, a Seu exemplo, vivamos em todas as nossas ações sob a inspiração do Espírito Santo.

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe! Viva Cristo Rei!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Subversão nos países-alvo da extinta URSS | Igreja Católica no Brasil instrumentalizada pelo PT

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe! Viva Cristo Rei do Universo!

Ingênuo é quem acha que o Comunismo morreu. A doutrina Comunista/socialista - que não deu certo em lugar nenhum do mundo - está cada vez mais viva na América Latina. E esta doutrina viva significa população morta. Não precisa nem falar a quantidade de mortos que deixou estes regimes totalitários, não é mesmo?

Mas para que vocês possam entender todo o processo de subversão destes países, inclusive o processo que passa o Brasil hoje, infelizmente de forma bem avançada, peço que assistam a seguinte palestra de Yuri Bezmenov, ex agente da KGB. Na seguinte palestra ele explica cada passo para tornar um país de regime comunista/ socialista. Assista e depois tire suas próprias conclusões.



Na palestra acima, Yuri Bezmenov fala que um dos meios de subversão é manipular os líderes religiosos. Destruir, sem deixar rastro, a religião, eis a meta para quem quer fazer o socialismo. Já Karl Marx dizia que "a religião é o ópio do povo". E quando ele fala de religião, entenda de maneira especial toda religião, moral e cultura judaico-cristã, de maneira especial a Igreja Católica. Destruindo essa base do Ocidente, o mundo cai em uma imoralidade muito grande, e eis que é alvo fácil, conforme ele explica, para estar em um regime totalitário. O que quero dizer com isso? Quero dizer, ou melhor, lembrá-los, caros leitores, que na Igreja Católica a muitos anos foram infiltrados vários comunistas. Antes do Concílio Vaticano II ocorreu essa infiltração. Então o Concílio é ruim? Não. Porém, na época do Concílio, os comunistas já tomavam grande parte dos altos cargos. Quem dava aula em Seminário? Opa lele... Aí o Concílio diz A, e o professor no Seminário dizia -B. Entendem a bagunça? Bento XVI em uma Catequese explicou muito bem que existiram dois CVII: um real, em seus documentos; e o Concílio da mídia, com o que a mídia dizia que o Concílio tinha feito. E adivinha qual que tem sido o "verdadeiro" Concílio até hoje?

Com isso quero dizer que, de maneira especial nos países da América Latina, houve uma grande infiltração de Comunistas na Igreja Católica. A partir disso surge a chamada "Teologia da Libertação", que na realidade não é uma teologia, mas sim uma ideologia, de cunho marxista, que promove o Comunismo. Diz querer libertar o homem da pobreza. Anula todo Evangelho, toda mística, e diz que Cristo veio pra nos libertar da pobreza, e não do pecado. Fora a negação da existência do demônio e coisas do tipo. Enfim, no Brasil a coisa se tornou alarmante. E de fato, a Igreja Católica no Brasil foi dominada. Assim como foi dito na palestra acima, esqueceu-se de pregar a religião, e pregou a pobreza e a luta de classes. E o resultado nós vemos. Graças a Deus nós vemos um novo florescer no Clero brasileiro. Entretanto ainda colhe-se frutos podres oriundos da TL, ou melhor, da heresia da falsa libertação.

Ora, uma prova de que a Igreja no Brasil ainda é amordaçada, ou melhor, está sendo controlada, ou no dizer das brincadeiras de crianças "é café com leite", veja este video do Padre Paulo Ricardo onde ele explica muito bem a questão da Igreja Católica aqui no Brasil está sendo controlada pelo PT (aliás se o PT existe deve agradecer aos comunistas da TL, uma vez que os mais antigos mesmos dizem que suas primeiras reuniões ocorriam dentro de sacristias das Paróquias. E cada vez mais temo que a Igreja aqui no Brasil cometa os mesmos erros, até ela mesma, na pessoa de padres e Bispos, chegando até os leigos, colherem o preço da perseguição e do derramamento de sangue.):



No mais, por enquanto é isso. Vamos rezar. Aproveito e indico que façam parte e convidem seus amigos para rezar um terço pelo Brasil, clamando pela real independência do Brasil, por um Brasil sem Comunismo. Clique e convide seus amigos: https://www.facebook.com/events/1450893255199453/?ref_notif_type=plan_user_joined&source=1

Aproveito também para indicar que leiam estas dois videos: Não confie em Socialistas/Comunistas; e também As aparições de Nossa Senhora no Brasil (alerta contra o Comunismo) e em La Salette.



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Música "litúrgica" e a doutrinação comunista nas Missas


Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Todos nós sabemos da importância de uma boa música litúrgica para adentrarmos no mistério que se é celebrado na Santa Missa. A música litúrgica tem que nos colocar em um verdadeiro espírito de oração; se ela não tem feito isso nas nossas celebrações, ou o ministério está cantando de forma ruim, ou a música não é litúrgica.

Por muito tempo o Canto Gregoriano foi usado de forma ordinária nas Santas Missas. Hoje, apesar da abertura para cantos no vernáculo (língua local), o Canto Gregoriano continua a ser a melhor música a ser cantada nas celebrações, por sua riqueza e espiritualidade, nos coloca de fato num espírito de oração. A Igreja porém, olhando as diversas realizades globais, abre um espaço para outros tipos de músicas. Mas não qualquer música. Ela tem de ser litúrgica. Isso é o que tem faltado em muitas paróquias e comunidades. Apesar de se abrir espaço para músicas sem ser o Canto Gregoriano, a música mais adequada é a que mais se assemelha a este. Em outras palavras: músicas que por seus instrumentos não farão barulhos desordenados que distrairão e tirarão as pessoas do espírito de oração; músicas que contenham letras ricas, que levem a oração, adoração, que introduza a pessoa no mistério celebrado, e não letras que não tem nada a ver com o Evangelho, liturgia, oração...

Vejo o fato de se poder ter cantos além do gregoriano nas Missas uma grande graça. Afinal, num tempo em que o povo se perde por falta de conhecimento (Oséias 4,6), as pessoas poderão conhecer um pouco mais da vida dos santos por cantos das quais as letras são tiradas dos poemas destes. Olha a riqueza de por exemplo numa música de Comunhão ou pós-Comunhão cantar “Tarde te amei”, um poema de Santo Agostinho (principalmente se o Evangelho no dia falar de algo do tipo). Enfim, temos várias músicas católicas da qual as letras são tiradas de textos e/ou poemas dos santos.

Mas infelizmente em várias lugares não é isso que acontece. Muitas pessoas tem usado a abertura da Igreja para tais músicas, para instrumentalizar as pessoas para outros fins. Se já não bastasse colocar músicas barulhentas e fazer com que as pessoas não dialoguem mais com Jesus que acabaram de comungar, fazem com que a pessoa, por meio da música, acabe ouvindo uma “nova pregação”, ouvindo uma nova mensagem que difere do Evangelho e dos ensinamentos da Igreja. Talvez tenha alguns padres e leigos responsáveis pela liturgia em suas paróquias, que escolham músicas do tipo na inocência. Porém quem infiltrou e/ou deixou que se infiltrasse e se espalhasse tais músicas não era ignorante.
Para ser mais claro, falo aqui exatamente de músicas - nada litúrgicas – normalmente cantada por pessoas e/ou paróquias ligadas à “Teologia da Libertação”. Essa “Teologia” que na realizade é uma “Ideologia”, ensina valores contrários ao Evangelho. Seu ensinamento é de viez marxista, e na realidade prega a libertação do homem, mas não do pecado, mas da pobreza. Quer com isso então, usando da Igreja, infiltrada nela, instigar o povo a uma verdadeira revolução social. Sim, uma revolução socialista, colocando o povo numa luta de classes. Vale lembrar que a Igreja condena este pensamento marxista. Essas pessoas estão em desobediência, uma vez que a Igreja condena o Socialismo/Comunismo (inclusive aplicando excomunhão automática para quem se declamar verdadeiro socialista/comunista), assim como também condena a chamada “Teologia da Libertação” (TL para os íntimos, ou heresia da libertação mesmo!).

Muitas pessoas acham que a TL morreu. Doutrinariamente pode até ter morrido. Mas ainda vemos em muitos lugares os seus erros. Muitos ficam surpresos quando sabem que em paróquia x ou y tem Cebs (Comunidades Eclesiais de Base). E normalmente pessoas ligadas a estas comunidades cantam músicas totalmente anti-litúrgicas com viez socialista. Mas não só pessoas e paróquias com alguma ligação com a TL, mesmos Paróquias e pessoas totalmente comprometidas com a Igreja, acabam se deixando distrair e cantando tais músicas. Entendo que alguns sacerdotes que hoje exercem seus ministérios presbiterais estudaram a 10, 20 ou 30 anos atrás em Seminários que se você respirasse fundo, ao espirrar saia Karl Marx. Como disse uma vez Dom Henrique Soares no programa do Prof. Felipe Aquilo, em seu tempo de seminário todo ano tinha lançamento de livro do Leonardo Boff (um dos principais nomes da TL no Brasil e que foi combatido e punido pelo Papa Bento XVI, então Cardeal Ratzinguer). Com isso muitos sacerdotes que são bons sacerdotes, amam e obedecem a Igreja, acabam sendo coniventes com tais músicas porque não veem maldade alguma, afinal eles estudaram no seminário assim. E assim, o povo vai perdendo a fé na presença real de Jesus na Eucaristia porque ao invés de se cantar músicas de adoração, canta-se músicas de sindicatos, movimento de sem terra, e afins. Tudo instigando o povo à luta de classes.

Ainda existem vários lugares que se canta este tipo de músicas. Apesar de infestarem toda a Missa, normalmente vemos a ideologia “socialista/comunista” dessas letras no momento do Ofertório e da Comunhão. Postarei algumas letras abaixo para que você mesmo, caro leitor, possa tirar suas conclusões.

No Ofertório, por exemplo, que é um momento que ofertamos também o nosso material, mas principalmente nossa labuta do dia a dia, nossas penitencias, orações, ofertamos nossa vida. Onde entregamos nossas angústias, onde clamamos a misericórdia de Deus ofertando a nós mesmos, nossos dons, enfim... Neste momento em várias paróquias canta-se esta música:

(As mesmas mãos – Zé Vicente)
As mesmas mãos que plantaram a semente
aqui estão.
O mesmo pão que a mulher preparou
aqui está.
O vinho novo que a uva sangrou jorrará
no nosso altar.

A liberdade haverá, a igualdade haverá;
e nessa festa, onde a gente é irmão,
o Deus da vida se faz comunhão

Na flor do altar o sonho da paz mundial. A luz
acesa é a fé que palpita hoje em nós. Do livro
aberto o amor se derrama total no nosso altar.

Bendito sejam os frutos da terra de Deus.
Bendito sejam o trabalho e a nossa união.
Bendito seja Jesus, que conosco estará além do altar.
Veja que além de ferir a liturgia, vemos no ponto destacado um ensinamento socialista. “Liberdade, Fraternidade, Igualdade” são ensinamentos da Revolução Francesa. Ora, essa liberdade e essa igualdade que se fala neste canto, não tem nada a ver com a liberdade de ser filho de Deus pela Cruz de Cristo e nem com a igualdade no reino dos Céus; é sim os ensinamentos socialistas que prega um paraíso terrestre. Ora, Cristo e a Igreja nunca pregaram um paraíso na Terra. Nós cremos num novo Céu e uma nova terra. Não podemos evitar todos os males. E aqui na hora do ofertório se induz o povo a buscar essa “igualdade” e essa “liberdade” que na realidade é a luta de classes que vimos essas pessoas que se dizem católicas apoiarem, dentre outros criminosos, o PT e o MST.


(Trabalhar o pão – Pe Zezinho)
Trabalhar o pão,
Celebrar o pão,
Oferecer e consagrar e comungar o pão

Fruto do suor e do trabalho,
Sacrifício que Jesus pediu,
Pão da liberdade e da justiça,
Pão da vida, pão do céu:
Te ofertamos porque tudo é teu.

Fruto da esperança e da partilha,
Santa missa que nos faz irmãos,
Pão da liberdade e da justiça,
Pão da vida, pão do céu:
Pão bendito de libertação!

Jesus Sacramentado, como Deus, cura e liberta muitas pessoas. Tenho visto isso. Mas como já explicado, pra essa gente a libertação não é a libertação do mal e do pecado. Ser pobre é que é o mal. Aí lembro que Jesus disse ao jovem rico para vender os bens e dar aos pobres, e ele mesmo se tornar pobre. Aí lembro de São Francisco de Assis que era rico, filho de comerciantes, e renunciou a tudo (as festas, ao luxo, ao pecado) para se casar com a “Dama Pobreza” e viver totalmente abandonado nas mãos de Deus. Claro que uma coisa é lutar contras as injustiças; fazendo o que for possível, naquilo que me cabe, para servir ao pobre. Mas não posso usar o pobre para a implantação de uma ideogia que é condenada pela Igreja. Beata Teresa de Calcutá amava os pobres, ajudou a muitos; mas ela não era comunista. Entendam isso. E nem cantava músicas incitando essa “revolta”.

Para usar a Igreja, e em especial a Santa Missa (afinal é a Missa onde os católicos praticantes se reúnem em grande assembléia) para espalhar essa ideologia esquerdista, nem o Glória escapa. O Glória que é o canto da Igreja pra glorificar a Santíssima Trindade é totalmente deturpado. Em várias comunidades não se sabe se está cantando para Deus ou para algum político de esquerda ou para Marx. Primeiro vou postar a letra original do Canto do Glória (como deveria ser cantado).

Canto do Glória Original (deveria ser cantado assim).
Glória a Deus nas Alturas
e Paz na Terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai, Todo-poderoso,
nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos,
nós Vos adoramos,nós Vos glorificamos
nós vos damos graças por Vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai,
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo. Só Vós o Senhor.
Só Vós o Altíssimo, Jesus Cristo,
com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

Antes de postar o “glória” com teor político, eis o que a Instrução Geral do Missal Romano fala sobre o Glória: “O Glória é um hino antiqüíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus e ao Cordeiro. O texto desse hino não pode ser substituído por outro. Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou grupo de cantores, é cantado por toda a assembléia, ou pelo povo que o alterna com o grupo de cantores ou pelo próprio grupo de cantores. Se não for cantado, deve ser recitado por todos juntos ou por dois coros dialogando entre si.

É cantado ou recitado aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma, nas solenidades e festas e, ainda em celebrações especiais mais solenes”.
Este hino não tem vinculação alguma com o ato penitencial. Eles constituem dois cantos rituais distintos. Por isso, não é correto fazer o seguinte comentário para o Glória: “Agora que já fomos perdoados, vamos nos alegrar e expressar a nossa gratidão a Deus pelo perdão recebido cantando o glória”.

Depois de ver como é o Glória, veja como é cantado em alguns lugares:

(Glória a Deus nas alturas – Pe Zezinho)
Glória a Deus nas alturas
é o canto das criaturas.
Rios e matas se alegrem,
teus povos por Ti esperam.
Paz para o povo sofrido,
é o grito dos oprimidos.
A terra mal repartida clama por Tua justiça.

Glória, glória, glória te damos Senhor.
Glória, glória, venha teu reino de amor!

Glória a Jesus, nosso guia,/ Filho da virgem
Maria./ Veio por meio dos pobres,/ pra
carregar nossas dores./ Filho do altíssimo
Deus,/ por nós na cruz padeceu./ Venceu a
morte e a dor, para nos dar força e vigor.

Glória ao Espírito Santo/ que nos consola
no pranto./ Que orienta a igreja/ pra que
do pobre ela seja./ Que deu coragem a Pedro
/ e aos outros seus companheiros,/ que hoje
junta esse povo a buscar um mundo novo.

Precisa explicação? Em plena Santa Missa vemos este ensinamento Socialista. Apesar de achar que não precisa explicar, direi alguma coisa. Hoje a esquerda tem usado muito a questão da natureza. O que for motivo para a “revolucion” eles vão pegar. E já há algumas décadas vemos isso sendo citado nesta música “rios e matas se alegram”. Depois é colocado de maneira mais clara a luta de classes. Fala pro povo que é mais pobre: vocês são oprimidos, o grito de vocês clama justiça. Só que normalmente não se coloca o povo pra crescer com as próprias pernas, ou seja, trabalhando. A TL em suma, como já dito, apoiou e se brincar apóia ainda o PT (os mais antigos contam que as primeiras reuniões do Partido dos Trabalhadores era feita dentro das sacristias das Igrejas) e o Movimento dos Sem Terra. Um monte de gente que não produz nada querendo acabar com a propriedade privada. E antes que digam coisas do tipo, eu conheço quem já foi pra acampamento do MST e não tem fazenda, mas tem várias casas e/ou lotes na área urbana. Essa música é mais um exemplo de doutrinação usando da Igreja. É bom alertarmos para que não se confunda, normalmente não se preocupa com o pobre, a não ser que o pobre esteja com outros pobres com foices na mão dispostas a invadir uma propriedade privada e matar uns “burgueses” e policiais. Ou a não ser que sejam vários pobres dispostos a trabalharem para a revolução. E por isso vemos muitas pessoas de bom coração, mas que no entanto acabaram por se contaminar com essa ideologia, e acabam militando no campo da esquerda sem nem saber o que estão fazendo. E pior é quem sabe o que está fazendo e continua porque pensa nos seus próprios interesses.

Chega-se então na Comunhão. Momento em que comemos verdadeiramente a carne de Jesus e bebemos o Seu preciosíssimo Sangue. Vamos fazer uma ação de graças? Adorar de todo coração e de toda alma Jesus Cristo que está dentro de nós sacramentalmente pela Comunhão? Não. Para muitos é hora de mais “revolucion”:

Fazemos comunhão Construindo a unidade. É nossa vocação Servir a comunidade, Com Cristo nosso irmão No sertão ou na cidade.

(Fazemos Comunhão)
Falta gente pra colheita, Há ovelhas sem pastor.
Onde estão os operários do roçado do Senhor?
Quem visita os doentes? Quem constrói o mundo novo?
Quem proclama a salvação? Quem reúne o nosso povo?
Onde eu moro tem ministros, Vocações especiais:
Bispos, freiras, padres, leigos: Todos servem como iguais.


Quem anima o sindicato? Quem vê a necessidade?
Quem trabalha com os pobres? Quem constrói comunidade?
Sou roceiro, estudante, Catequista e artesão,
Operário, agricultor, Temos nossa vocação.
Somos pobres, pouca gente, Uma Igreja em mutirão;
Mas, unidos num só povo, Toda vida é vocação.

Oi? O erro se dá porque primeiro se esquece de adorar Jesus e começa a falar isso ai. E na parte que fala “Onde moro tem ministros, vocações especiais: Bispos, freiras, padres, leigos: todos servem como iguais” é para destruir a hierarquia da Igreja. O pessoal da TL quer assim criar a mentalidade que eu que sou leigo tenho o mesmo valor de um padre. Um padre é muito maior. E os padres devem obedecer aos Bispos, caso estes estejam unidos ao Papa. Aqui eles querem rotular os padres de “burgueses” ou qualquer outra coisa como “atrasado”, “medieval”, para enfraquecer a fidelidade à Tradição da Igreja. Assim quer dizer que na Igreja o Papa e eu somos no mesmo nível. Para entender melhor, é tipo aquela babozeira do excomungado “Padre” Beto que queria uma “igreja horizontal”. Mas a Igreja é uma hierarquia. Jesus Cristo é a cabeça da Igreja. E representando Cristo está o Papa; abaixo do Papa os Bispos; abaixo destes os clérigos. Fora que a música – repito: sem nada de verdadeira adoração a Nosso Senhor - ainda exalta os sindicatos. Colocam como se os sindicatos fossem algo essencial. Podem até ser úteis, mas na realidade são usados como marcha de manobra para o socialismo. Eles não incitam o direito à greve. Como bem dizia o Dr Eneás Carneiro: querem viver disso. Vivem de greve. E a gente lembra deles, e não de Jesus...

E assim vai-se toda a Missa impregnada de doutrina comunista. Acredite, em vários lugares canta-se músicas do tipo. Paro por aqui, mas com certeza você sabe que canta-se músicas piores que esta, em quase toda a Missa. Sem contar as homilias destruindo toda mística do Evangelho, fazendo uma interpretação herética e colocando o povo no erro. Em muitos lugares não se prega contra o pecado. Para muitos inferno não existe. E pecado? Pecado só os sociais. Para muitos a Missa não é o Santo Sacrifício da Missa, mas sim apenas uma partilha do pão, dos bens, na realidade uma reunião da “comunidade”, no caso, do “movimento social”. Mas aí eu pergunto: acreditar nestes ou nos documentos da Igreja? Até porque tem muitas pessoas ligadas a este tipo de gente que promove aborto, relação homossexual, camisinha, sexo antes do casamento, e por aí vai...

Mas para você entender o porquê essas músicas anti-litúrgicas estão nas nossas liturgias e como elas funcionam para a implantação do socialismo, assista as 6 aulas do Padre Paulo Ricardo sobre Marxismo Cultural e Revolução Cultural:


Bom, se você canta e/ou toca na Missa, ajude pelo menos não propagando esta doutrina marxista na Missa. Existem várias outras músicas sem ser o Canto Gregoriano que são perfeitos para o Santo Sacrifício da Missa. Músicas que farão de fato Jesus Cristo ser o centro da Missa, nos levando a um espírito de oração, nos levando a adorar Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que comungamos em cada Santa Missa. Aqui posto algumas músicas que nos introduzem muito bem no mistério do Santo Sacrifício da Missa:

Procissão inicial: 


ATO PENITENCIAL:





Glória



OFERTÓRIO







COMUNHÃO

















Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe! Viva Cristo Rei!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Como guardar o domingo e os demais dias de preceito?


Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
É de conhecimento de todos que devemos guardar o domingo. É mandamento do Senhor que guardemos o dia dEle. Para o povo do antigo testamento o dia do Senhor era o sábado. Deus nos deu os 6 dias para trabalharmos, e no sétimo, devíamos descansar, assim como Ele descansou no sétimo dia da crianção. Nós católicos guardamos não o sábado, mas o domingo, pelo simples fato de que não estamos mais na antiga aliança, mas na nova e eterna aliança. Assim vai nos ensinar o Catecismo da Igreja Católica: O sábado, que representava o término da primeira criação, é substituído pelo domingo, que lembra a crianção nova, inaugurada com a Ressurreição de Cristo (CIC 2190).
Porém, o grande problema é: como guardar o domingo corretamente? Ainda se guarda? Não, não é coisa de outros tempos. Este é um mandamento que devemos seguir nos dias de hoje. Não guardar o sábado, de forma consciente e deliberada, é ofender a santidade do Senhor e profanar o santo dia do Senhor. Nós é que a cada dia nos distanciamos mais de Deus, e até o seu santo dia profanamos. Não estou a dizer que devemos ser “fanáticos” como membros de outras denominações que se brincar mal caminha no dia de sábado; mas há sim regras para guardar o domingo. Regras no sentido de orientações para melhor adorarmos a Deus no dia consagrado a Ele.

Um dos grandes problemas para se guardar o dia do Senhor é a ganância que a cada dia que passa aumenta mais no coração do homem. Parece que o ser humano nos dias de hoje respira dinheiro. Conheço várias pessoas que “se matam” de trabalhar a semana toda, e no dia que Deus lhe deu para descansar e adorá-Lo, o que a pessoa faz? Trabalha mais pra ganhar mais dinheiro. Afinal – julga ela – as coisas estão cada vez mais difíceis. Mas como não estariam? Você quer ter tranquilidade trocando Deus pelo seu dinheiro? Em quem está sua confiança? Quantas e quantas pessoas trabalham no domingo sem necessidade alguma; querem comprar um carro que tanto sonham... Compra o carro, se endivida, carro quebra... Mas onde está Deus na sua vida? Não tem tempo pra Deus. Trabalha, trabalha, trabalha, mas até o dinheiro a mais muitas vezes não lhe traz gozo, porque acaba se fadigando de tanto trabalhar e até adquire uma doença. Ganhou uma diária a mais, mas tem que comprar remédios 2 ou 3 vezes mais valiosos que a diária. Ora, já diz a palavra de Deus: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam os sentinelas.”(Salmo 126,1). Muitos dizem que creem em Deus mas não podem esperar as coisas caírem do Céu. De fato, temos que trabalhar, porém, até o trabalho que temos já é providência de Deus. Ele não vai deixar sua família perecer por você guardar o sábado. Gente, isso é sério. Existem pessoas que não vão a Missa ou acham irrelevante ir ou não porque vai fazer hora extra no domingo. Sei que tem gente que é praticamente obrigado a trabalhar no domingo. Mas há pessoas que podem muito bem não trabalhar no domingo e trabalham por pura ganância. Conheço diarista que uma vez disse que não ia participar da Missa da vigília pascal porque ia ter um aniversário do(a) filho(a) de uma das patroas e levaria a sua filha. Ela mesmo disse saber da importância da Missa da Vigília Pascal, mas que não ia... Sempre diz: “minha patroa é muito boa pra mim, me dá as coisas”... Mas aí eu pergunto: é mais boa do que Deus? Quem é melhor do que Deus? Se pensamos assim é porque não entendemos a sequência do Salmo já citado: Inútil levantar-vos antes da aurora, e atrasar até alta noite vosso descanso, para comer o pão de um duro trabalho, pois Deus o dá aos seus amados até durante o sono.”(Salmo 126,2) Do que adianta trabalhar, trabalhar, trabalhar nos domingos e demais dias de preceito se nem descanso tem? Para os fiéis ao Senhor, Ele providencia aos Seus amados até durante o sono. Faça um propósito com Deus: trabalhe todos os dias, mas guarde pra Deus o que Ele pede. Guarde o domingo. E verás que sua vida se ajeitará. Tenha confiança. Faça a experiência.

Nós temos profanado tanto o dia do Senhor, e de maneira especial trabalhando sem necessidade no domingo, que a própria Santíssima Virgem Maria veio nos fazer um apelo para guardarmos o domingo. Eis o que Nossa Senhora falou no contexto das aparições em La Salette (França): Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade! Se meu povo não quer submeter-se, sou forçada a deixar cair o braço de meu Filho. É tão forte e tão pesado que não o posso mais suster. Há quanto tempo sofro por vós! Dei-vos seis dias para trabalhar, reservei-me o sétimo, e não me querem conceder! É isso que torna tão pesado o braço de meu Filho. E também os carroceiros não sabem jurar sem usar o nome de meu Filho. São essas as duas coisas que tornam tão pesado o braço de meu Filho. Se a colheita se estraga, e só por vossa causa. Eu vo-lo mostrei no ano passado com as batatinhas: e vós nem fizestes caso! Ao contrário, quando encontráveis batatinhas estragadas, juráveis usando o nome de meu Filho. Elas continuarão assim, e neste ano, para o Natal, não haverá mais.[...] Se se converterem, as pedras e rochedos se transformarão em montões de trigo, e as batatinhas serão semeadas nos roçados.” (destaque nosso) Então, é necessário falar algo sobre isso? Acho que a Santíssima Virgem Maria já falou de maneira muito clara.

Aqui vale ressaltar que falo dos casos que as pessoas podem muito bem não trabalhar no domingo. É diferente de pessoas que se veem obrigadas a trabalhar em certas empresas que exploram a pessoa, obrigando-o a trabalhar sábado, domingo e feriados. A Igreja entende isso, e dá a graça da pessoa poder assistir o Santo Sacrifício da Missa no dia anterior (sábado a noite) e cumprir o preceito dominical. Mas isso é pra quem de fato não pode ir no domingo; seja por questão de bebês, trabalho, enfim, um motivo justo. O problema é que até estes atos de Misericórdia o ser humano consegue profanar. Não poder ir no domingo e ir no sábado é uma coisa; outra coisa, e bem diferente, é a pessoa ir no sábado porque quer tirar o domingo livre pra ir pro clube mostrar o corpo (cuidado com o pecado, jovem!), fazer churrasco regado a muita bebida alcoólica e muita indecência. Não achem que exagero... Conheci uma professora de cursinho que dizia abertamente, que quando o Flamengo jogava no domingo ela já ia pra Missa no sábado que era pro dia ficar livre pro jogo. Ora, o domingo é o dia do Senhor ou o dia do futebol? Quem morreu na Cruz por nós foi Jesus ou algum jogador de futebol? Você pode até ir pra Missa no sábado, mas se não for pra Missa no domingo porque vai assistir um time de futebol, você está cometendo um pecado de idolatria porque está trocando Deus por uma criatura. Não usemos essa graça que a Igreja nos concede para alimentar nossa preguiça e demais pecados.

Também quero citar o caso de quem trabalha no domingo, porém pode ir à Missa tranquilamente. Basta querer. Mas não vai porque prefere ficar dormindo. Não posso julgar intenção de ninguém. Mas precisamos fazer um esforço maior, renunciar uma ou uma hora e meia de sono pra cultuarmos a Deus. Tem muita gente que pega escala de trabalho que é impossível ir na Missa no domingo. Porém, tem pessoas que pegam escalas que dá sim para mesclar. Tem gente que entra no serviço só no período da tarde no domingo, porém, não tem coragem de acordar as 7h para ir à Missa das 8h; ou acordar as 9 pra ir à uma Missa as 10h. Prefere dormir até a hora do dilema: tomar café ou almoçar? Será que de fato o trabalho atrapalha de reservar um momento do dia do Senhor para o verdadeiro culto a Deus que é a Missa? Ou somos nós que deliberadamente profanamos? Tem também pessoas que entram no serviço de manhã, mas saem em horário comercial, umas 18:00 sai do serviço. Existem quem as três da tarde já sai. Aí pergunto: não dá pra ir à uma Missa as 19:00? Mas não dá tempo, tenho que pegar onibus, até chegar na minha cidade... - diz alguém, porém, próximo ao seu trabalho não existe nenhuma Paróquia ou Capela com Missa? Muitos dirão que tem, mas que aí chegaria mais tarde em casa... Sei, sei, entendo...

No mais creio que agora fique a dúvida: como guardar o domingo corretamente? Bom, no Catecismo Maior de São Pio X, por meio de perguntas e respostas, ele nos ilumina. Eis o que nos ensina:
Que pecado se comete trabalhando em dia santo?
Trabalhando em dia santo, comete-se pecado mortal; não obstante, não há culpa grave se o trabalho dura pouco tempo.
Não há nenhum trabalho servil que seja permitido nos dias santos?
Nos dias santos são permitidos aqueles trabalhos que são necessários à vida, ou ao serviço de Deus, e os que se fazem por uma causa grave, pedindo licença, se possível, ao próprio pároco.

Por que nos dias santos são proibidos os trabalhos servis?
São proibidos nos dias santos os trabalhos servis a fim de que possamos melhor dedicar-nos ao culto divino e à salvação da nossa alma, e para repousar das nossas fadigas. Por isso não é proibido entregar-se a divertimentos honestos

Que mais devemos evitar de modo especial nos dias santos?
Nos dias santos devemos evitar principalmente o pecado e tudo o que possa induzir-nos a ele, como são os bailes e outras diversões e reuniões perigosas.
(Catecismo Maior de São Pio X)

Portanto, com isso podemos ver que no domingo não devemos apenas ir à Missa e depois nos trancarmos. Neste momento fico a imaginar como é o dia de guarda nessas religiões radicais no sentido do sábado. Ficam o dia todo no sofá? Deitados? E se passar mal? Gente! Enfim, “cada um com o seu cada qual”; mas veja que devemos sim guardar o Domingo. Você tem guardado? Por estes ensinamentos de São Pio X, podemos ver que podemos ter divertimentos HONESTOS. Entenda bem: HONESTOS. Você pode se diverti. Se você cumpre seu preceito dominical você pode até praticar um esporte (sem ser pelado(a) por favor, tenha pudor e modéstia!), jogar algo, assisti um filme. Por isso é até belo como o domingo é um dia da família, um dia em que a família se reúne e faz aquele almoço com a casa cheia. É um dia para isso. Mas sempre com Deus. Mas que esse almoço não seja impedimento para a Missa. Entendem? Domingo não é dia pra balada (se é que tem algum diapara tal, clique aqui e leia mais sobre baladas e afins).

Enfim, meus amados irmãos e irmãs, sejamos fiéis a Deus. Ele nos dá tudo, será que não podemos dar pra Ele o nosso domingo? Nem custa muito, uma hora de Missa. Ah meu irmão, como já diz São Josemaria Escrivá – se não me engano – não é a Missa que é demorada, é o teu amor que é pouco. Se soubesses o que é a Missa, não teria emprego e dinheiro no mundo que te fizesse estar com fidelidade todo domingo diante do altar para ver o que há de mais extraordinário na face da Terra: O Santo Sacrifício da Missa. Um Deus que se aniquila sobre o altar, por mim e por você. Como diz São Francisco de Assis: O homem deveria tremer, o mundo deveria vibrar, o Céu inteiro deveria comover-se profundamente quando o Filho de Deus aparece sobre o altar nas mãos do sacerdote.” Com isso, não percamos mais a Missa por banalidades. Para os que podem, é útil ir à Missa até todos os dias. Afinal, como não dar a nossa vida para Àquele que deu a vida por nós?


Não tenha medo de perder dinheiro pra cumprir o preceito do Senhor. Animo-te com um versículo duro, porém verdade: Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, irá perdê-la; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por minha causa, irá recobrá-la. Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vem a prejudicar a sua vida?... Ou que dará o homem em troca da sua vida?” (Mateus 16,24-26/Marcos 8-37)



Ps: claro que existem os casos de pessoas que não tem celebrações da Santa Missa próximos. Já conheci senhoras que moram em regiões que tem Missa tipo uma vez por ano (quando tem). Obviamente pela impossibilidade de essas pessoas irem à Missa, estão isentas de pecado. Para melhor entender, assista ao video abaixo: