quarta-feira, 9 de março de 2016

URGENTE: Revolução marxista na nova base curricular do Ministério da Educação



E o MEC ataca novamente. Assista ao vídeo acima e veja o absurdo que o Ministério da Educação está implantando em nossa nação. Não podemos aceitar essa doutrinação marxista. Compartilhe o vídeo, e ajamos em defesa das nossas crianças e jovens.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Palmada nos filhos: pode ou não?

Em um tempo em que tanto se fala da importância da educação, todos querem educar os filhos alheios, inclusive dos de pais não negligentes com ela (educação). Pseudo (psico)pedagogos e afins dizem que não se pode dar umas palmadas nas crianças, afinal, dizem eles, isso traumatizaria a mesma, gerando traumas para o resto da vida. O Estado, então, muito preocupado com a saúde das nossas crianças e jovens começa a querer adentrar num campo onde não lhe pertence: a família.

Estão tirando a autoridade dos pais de disciplinarem seus filhos. Os pais não podem dar pequenos castigos físicos aos filhos e, se derem, são tratados como torturadores pertencentes ao Estado Islâmico (com estes a Dilma propõe diálogo, com os pais um dane-se parece ser o que o Estado propõe). Pouco a pouco os pais têm perdido a autoridade sobre seus filhos: não podem disciplinar, não podem proibir de terem acesso a determinado tipo de conteúdo na escola; tudo em nome de uma pseudo liberdade que – ora, que contradição! - é negada aos próprios pais: a liberdade de educar seus filhos segundo suas crenças.

Mas a questão central aqui é: posso ou não dar castigos físicos aos meus filhos? Isso lhe trará traumas? Bom, a pergunta aqui é um sonoro: depende.

Ninguém aqui está defendendo espancamento de crianças. O problema é que a mídia e os pedagogos adeptos do “não reprima a energia da criança, não dê palmadas” esquecem-se de separar a palmada, que é lícita, do espancamento, que é obviamente repudiado.

As palmadas sempre foram usadas como uma forma de condicionamento operante, isto é, usa-se a palmada, algo desagradável para a criança, para condicioná-la a não realizar o ato ilícito da qual cometeu. E se indagarmos os mais velhos, embora muitos tenham tido educação rígida, a maioria dirá que as surras que levaram foram de grande valia pois os fizeram homens de verdade, mulheres de verdade. Embora, é verdade, também encontramos aqueles que relatam traumas pelas surras verdadeiras, onde se apanhava de maneira próxima a espancamento. E aí é que entra o xis da questão: o problema do trauma não está na palmada em si, mas em fatores que muitas vezes os pais não levam em consideração: compreensão da criança, a proporcionalidade do delito causado por ela e do peso do castigo em relação ao tamanho e idade da criança.

Compreensão da criança – No âmbito do Direito Penal sabemos que não há crime sem lei anterior que o defina. Ou seja, se ninguém disse que tal ato é um crime, como posso ser punido? Muitas crianças podem sim sofrer traumas, mas justamente porque os pais o fazem sem motivo. Sim, a criança pode ter cometido tal ato, porém, você já havia orientado que aquela atitude ela não poderia fazer? Um pai e uma mãe que tenha zelo pela criança saberá conversar antes da palmada. Se for algo que você nem imaginava que fosse fazer; após o ato, chegue na criança e explique-a que aquilo não se pode ser feito. Em caso de cometer aquele ato novamente, aí sim, aplica-se uma punição (seguindo a proporcionalidade que falarei mais adiante) para educá-la, condicioná-la, a não praticar tal ato novamente. É claro que quando falo de conversar com a criança, falo de crianças que podem compreender que tal e tal coisa não se pode. Há pais que batem em crianças que mal sabe andar por simplesmente chorarem, por exemplo. Isso deve ser proibido. Outros podem dizer que o garotinho fez algo, mas não se tem compreensão, da parte da criança, daquele algo. Como que você vai bater, por exemplo, numa criança que engatinha simplesmente porque, ao contrário das suas ordens, ela está engatinhando rumo a porta da sala; ora, ela não tem entendimento, é natural da criança engatinhar pra todo lado. Outros batem na criança porque esta tem muita energia; mas, caro leitor, o normal é a criança ter muita energia. Se sua criança é paradona, preocupe-se.

Proporcionalidade do delito com o castigo – Assim como no Direito é injusto alguém ficar 20 anos na cadeia por ter roubado uma galinha, é injusto a aplicação de um castigo mais pesado por uma atitude não muito grave da criança. Vamos supor que a criança engatinhando ou andando corra rumo a uma tomada. Claro, não é uma traquinagem, mas diante das repetidas idas da mesma até a tomada, a mãe resolve dar um tapinha na mão da criança e diz “não pode!”. A criança faz cara de choro... Chora! Mas, normalmente, ela não retornará para a tomada porque foi condicionada a acreditar que levará outro tapa na mão se voltar a querer enfiar o dedo na tomada. Esse tapa está proporcional ao ato da criança. Agora se na mesma situação o pai pegasse um cinto e surrasse a criança, estaria desproporcional. E aí sim feriria o senso de justiça na criança que poderia desenvolver traumas na sua personalidade.

Proporcionalidade do castigo com a idade criança – Mesmo que o ato que a criança tenha feito tenha sido algo relativamente grande, não se pode o pai e/ou a mãe se exceder e dar um castigo grande, se o corpo da criança não aguenta aquela punição. Lembro que falo aqui de palmadas, não de espancamentos. Não queira usar este texto para tornar lícito os teus espancamentos, as torturas que cometes, não! Estou falando de castigos físicos proporcionais com a criança. E os casos que a mídia nos dão, usando como argumento para proibir todas as palmadas, são de castigos desproporcionais. Uma criança que tem que ser levada pro hospital devido os ferimentos, que tem que usar roupa de frio no tempo de calor pra esconder os hematomas causados pelas surras que leva de seus responsáveis, isso não faz parte da educação, mas de tortura. Se a criança pequenina, use métodos de condicionamento operante leves, como as pequenas palmadas. Conforme a criança vai crescendo, e com ela o entendimento, aí sim, pode-se aumentar os castigos, mas nunca a um nível que o deixe próximo a um espancamento. Uma criança pequena pode levar palmadinhas, uma criança de 12 anos pode sim levar umas cintadas dos pais quando tiver aprontando coisas grandes.

Posso usar o exemplo da educação que minha mãe me deu para esclarecer sobre as palmadas. Eu apenhei, mas minha mãe nunca me espancou. Em quase sua totalidade, de fato estava dentro dos parâmetros do entendimento e da proporcionalidade. Falo em quase sua totalidade porque minha mãe relata que uma vez se arrependeu de ter me batido (quando arranquei um mamão verde do pé) porque ela não havia me orientado antes. Ou seja, minha mãe sabia deste princípio da compreensão da criança. A última vez que apanhei, pelo que me lembre, tinha por volta de 10 anos de idade. Não me lembro o motivo. Mas, os castigos físicos fazem-nos nos tornar seres humanos melhores. Somos corrigidos. Triste é a nação que deixa seus filhos fazerem o que quiserem, como pequenos reis, e os pais, seus súditos, sofrem. A Suécia, primeiro país que proibiu as palmadas, sofre com isso (clique e saiba mais).

A questão vai muito mais além da famosa frase “melhor apanhar dos pais do que da polícia”. Muito mais. A questão é que mesmo que aquela criança cheliquenta, que faz o que quer, derruba estante, joga jarro no chão porque quer, etc, não torne-se um delinquente, torna-se, não poucas vezes, em adultos hedonistas, ou seja, que vivem do prazer pelo prazer. Nós vemos uma geração de homens e mulheres, jovens, que são mimadas, sem limites, faz o que quer, usa das pessoas, usa-se das coisas e se não tiver tais coisas faz das outras pessoas coisas, porque suas vontades – aquelas que ferem o próximo – nunca foram punidas pedagogicamente pelos pais e/ou responsáveis. Ai do papai e da mamãe se proibir a criança de seis anos de ver televisão, de usar o aparelho celular última geração e ir dormir na hora. É capaz do conselho tutelar tirar a guarda dos pais porque estão proibindo a criança de interagir com a mídia educativa chamada rede globo com suas imoralidades. Ai do velho e da velha se cortarem a internet do rapaz e da moça. Verão a força de um combatente, discípulo de Che Ghevara, e combaterão contra a repressão do patriarcado, dos pais opressores e capitalistas (no Comunismo tem internet?). Mas não adianta depois simplesmente querer dar palmadas e achar que o filho entrará na linha. Será preciso um grande empenho pedagógico.

Muitos podem dizer que boa parte dos menores infratores apanhavam dos pais. A pergunta que faço é: mas será que seguiam a proporcionalidade e o entendimento da criança? Além do que, em determinada idade, tem-se o entendimento de tais atos e mesmo tendo educação é livre para optar pelo crime. Na adolescência também recebi convites para entrar para o crime, não fui. O mundo é feito de escolhas. Mas garanto que se você educar bem seu filho, mostrando o caminho do bem – não só mostrando com palavras, mas com a própria vida, repreendendo seguindo os princípios citados acima, lá na frente ele saberá fazer as escolhas certas. Pode ser que um ou outro por vontade própria se desvirtue, mas normalmente uma boa educação reduz as chances.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Universitário se recusa a fazer trabalho sobre Marx e escreve carta

Jovem diz que foi uma forma de protesto por universidade sem doutrinação.
Universidade na qual ele estuda não vai ser pronunciar sobre o caso.


Aluno estuda Relações Internacionais (Foto: Paula Meira/Divulgação)
Aluno estuda Relações Internacionais
(Foto: Paula Meira/Arquivo Pessoal)
Um estudante universitário de Santa Catarina se recusou a fazer um trabalho sobre cientista político e economista alemão Karl Marx e resolveu escrever uma carta ao professor do curso de Relações Internacionais e divulgar o conteúdo na internet.
A carta, segundo João Victor Gasparino da Silva, de 22 anos, foi uma forma de protestar. "Queria uma universidade com o mesmo espaço para todas as ideias e ideologias, sem proselitismo, sem doutrinação", explicou. A Universidade do Vale do Itajaí (Univali), na qual o jovem estuda, disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.
Segundo João Victor, que estuda Relações Internacionais, o pedido do professor foi para que os estudantes respondessem três questões sobre a teoria de Marx. Ele contou que chegou a pensar em responder de forma neutra, mas mudou de ideia. "Algo me segurava, nem cheguei a considerar dar a minha opinião no trabalho. Até que veio a ideia da carta", disse.
Conforme o estudante, o protesto não foi contra o professor, mas foi uma forma de demonstrar descontentamento em relação à academia. "Faz tempo que estou indignado com o que vem acontecendo em nosso país. Os meios acadêmicos e culturais cada vez mais fechados, os intelectuais de direita cada vez mais lançados ao ostracismo. Resolvi ser a voz de brasileiros que não encontravam espaço para se manifestar, seja por falta de meios, seja pelo próprio medo", disse.
Ao escrever a carta, o estudante disse que já sabia que iria divulgar na internet, não seria apenas destinada ao professor da disciplina. "Uma amiga blogueira do Maranhão sugeriu divulgar na internet, ela se encarregou disso. Se nosso país realmente tivesse um meio acadêmico e cultural ideologicamente equilibrado, não seria tão necessária esta carta", argumentou.
Confira abaixo a íntegra da carta
Caro professor,
Como o senhor deve saber, eu repudio o filósofo Karl Marx e tudo o que ele representa e representou na história da humanidade, sendo um profundo exercício de resistência estomacal falar ou ouvir sobre ele por mais de meia hora. Aproveito através deste trabalho, não para seguir as questões que o senhor estipulou para a turma, mas para expor de forma livre minha crítica ao marxismo, e suas ramificações e influências mundo afora. Quero começar falando sobre a pressão psicológica que é, para uma pessoa defensora dos ideais liberais e democráticos, ter que falar sobre o teórico em questão de uma forma imparcial, sem fazer justiça com as próprias palavras.
Me é uma pressão terrível, escrever sobre Marx e sua ideologia nefasta, enquanto em nosso país o marxismo cultural, de Antonio Gramsci, encontra seu estágio mais avançado no mundo ocidental, vendo a cada dia, um governo comunista e autoritário rasgar a Constituição e destruir a democracia, sendo que foram estes os meios que chegaram ao poder, e até hoje se declararem como defensores supremos dos mesmos ideais, no Brasil. Outros reflexos disso, a criminalidade descontrolada, a epidemia das drogas cujo consumo só cresce (São aliados das FARCs), a crise de valores morais, destruição do belo como alicerce da arte (funk e outras coisas), desrespeito aos mais velhos, etc. Tudo isso sintomas da revolução gramscista em curso no Brasil. A revolução leninista está para o estupro, assim como a gramscista está para a sedução, ou seja, se no passado o comunismo chegou ao poder através de uma revolução armada, hoje ele buscar chegar por dentro da sociedade, moldando os cidadãos para pensarem como socialistas, e assim tomar o poder. Fazem isso através da educação, o velho e ‘’bom’’ Paulo Freire, que chamam de ‘’educação libertadora’’ ou ‘’pedagogia do oprimido’’, aplicando ao ensino, desde o infantil, a questão da luta de classes, sendo assim os brasileiros sofrem lavagem cerebral marxista desde os primeiros anos de vida. Em nosso país, os meios culturais, acadêmicos, midiáticos e artísticos são monopolizados pela esquerda a meio século, na universidade é quase uma luta pela sobrevivência ser de direita.
Agora gostaria de falar sobre as consequências físicas da ideologia marxista no mundo, as nações que sofreram sob regimes comunistas, todos eles genocidas, que apenas trouxeram miséria e morte para os seus povos. O professor já sabe do ocorrido em países como URSS, China, Coréia do Norte, Romênia e Cuba, dentre outros, mas gostaria de falar sobre um caso específico, o Camboja, que tive o prazer de visitar em 2010. Esta pequena nação do Sudeste Asiático talvez tenha testemunhado o maior terror que os psicopatas comunistas já foram capazes de infligir sobre a humanidade, primeiro esvaziaram os centros urbanos e transferiram toda a população para as zonas rurais. As estatísticas apontam para uma porcentagem de entre 21% a 25% da população morta por fome, doenças, cansaço, maus-tratos, desidratação e assassinadas compulsoriamente em campos de concentração no interior. Crianças também não escaparam, separadas dos pais, foram treinadas para serem ‘’vigias da Revolução’’, denunciando os próprios familiares, quando estes cometiam ‘’crimes contra a Revolução’’. Quais eram os crimes? Desde roubar uma saca de arroz para não morrer de fome, ou um pouco de água potável, até o fato de ser alfabetizado, ou usar óculos, suposto sinal de uma instrução elevada. Os castigos e formas de extermínio, mais uma vez preciso de uma resistência estomacal, incluíam lançar bebês recém-nascidos para o alto, e apanhá-los no ar, utilizando a baioneta do rifle, sim, isso mesmo, a baioneta contra um recém-nascido indefeso.
Bem, com isto, acho que meu manifesto é suficiente, para expor meu repúdio ao simples citar de Marx e tudo o que ele representa. Diante de um mundo, e particularmente o Brasil, em que comunistas são ovacionados como os verdadeiros defensores dos pobres e da liberdade, me sinto obrigado a me manifestar dessa maneira, pois ele está aí ainda, assombrando este mundo sofrido.
Para concluir gostaria de citar o decálogo de Lenin:
1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
Obrigado, caro professor, pela compreensão.
Ass.: João Victor Gasparino da Silva