terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Por que a insistência da Ideologia de Gênero nas escolas?



Sou muito ansioso. Resolvi então vasculhar daqui, fuçar dali.. Então achei um material de uma disciplina que cursarei na faculdade no 1º Semestre. E o material didático da instituição está repleto de conteúdo sobre ideologia de gênero.Dando uma lida constatei que fala-se claramente de "construção social" e aplica essa teoria à crianças menores de 10 anos.
Ora, não é nenhuma novidade que na universidade vão ensinar este tipo de coisa. Posto isso aqui pelo seguinte motivo: acredito que a maioria esmagadora de quem faz Pedagogia faça para ser professor(a) infantil; levando em consideração que muitos não estão ligados na questão da doutrinação, e que não tenha espírito crítico, logo engolirá o que o material diz e/ou o que o professor vomita na sala de aula sem pesquisar se de fato tudo aquilo é real.
Resultado: Os futuros professores de ensino INFANTIL estarão induzidos a aceitar e ensinar a ideologia de gênero para os vossos filhos. Isso somado as orientações e materiais do MEC. Você sente qual é o tamanho do problema?
Mas, mais do que reclamar da vida e achar que já era, que tal os bons se engajarem na luta? O ideal nós temos, faltam soldados.
Para você que não sabe muito bem o que é a ideologia de gênero, talvez até estudou-a na escola e/ou faculdade mas sem prestar muita atenção, acesso os links abaixo e saiba mais o que é essa nefasta ideologia que visa perverter a inocência e destruir todo conceito familiar tradicional:


Para entender melhor, deixo a seguir o link do livro "A agenda de gênero - Redefinindo a igualdade" por Dale O'Leary: http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf

Documentário "O paradoxo da igualdade" (aviso que nos minutos iniciais aparece uma imagem obscena): https://www.youtube.com/watch?v=bPFvtCOLZZw

Livros didáticos do MEC incluindo a ideologia de gênero para crianças: http://educacerto.blogspot.com/2016/01/mec-nao-desiste-livros-de-2016-para.html

De que lado iremos ficar: da verdade e da defesa da pureza das crianças e jovens, ou da mentira dos ideólogos de gênero?

Escola Politicamente Correta


Você já pensou como ficará as escolas com o politicamente correto? Tudo parece ofensa. De repente as aulas - de quaisquer disciplinas - viram doutrinações ideológicas. Bom, talvez não seja algo distante, já vemos situações assim.

No video acima foi mostrado de uma maneira criativa e inteligente, fazendo uma crítica cômica, do que seria uma Escola Politicamente Correta. Assista. De fato parecerá assustador. Mas mais assustador é que acham normal essas situações na escola real.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O HOMESCHOOLING é liberado no Brasil

Explico. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os tratados internacionais sobre direitos
humanos devidamente ratificados pelo Congresso Nacional (antes da emenda 45) têm status supralegal. Isso quer dizer que esses tratados são hierarquicamente inferiores à Constituição (lei positiva máxima), mas superiores às demais leis. Ora, o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55). Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos); “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).
Ambos os textos são claríssimos. Repito: esses tratados são hierarquicamente superiores ao ECA e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com efeito, não só o ECA e a LDB, mas qualquer outra lei que impeça o homeschooling perde a eficácia, pois os tratados mencionados têm status supralegal. Portanto, juridicamente, não há nada que proíba os pais de adotar o homeschooling para os filhos. E mais: outro direito que se depreende das aludidas normas é o de rejeitar qualquer conteúdo ministrado nas escolas regulares que seja considerado impróprio pelos pais, como o famigerado kit gay, por exemplo.
Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças. Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis. Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.
________________________
¹ Henrique Cunha de Lima é procurador do Ministério Público de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Esses jovens de hoje...

Quem nunca ouviu este termo: “Ai, esses jovens de hoje...”!? Normalmente é dito por pessoas um tanto quanto vividas que diante da vagabundagem, corpo mole, mordomia e afins nos mais jovens, começa a falar que “esses jovens” tem vida boa, não querem saber disso ou daquilo, porém, eles, trabalhadores, responsáveis desde cedo, tiveram uma vida muito mais difícil que eles.

O que quero vos levar a refletir, caro leitor, é o seguinte: será mesmo que o problema está nos jovens atuais? Não me levem a mal, mas, porventura o problema também não está nos pais de hoje? Para clarear: acredito piamente que o problema não está nos jovens, em sua maioria, mas sim na forma com que é conduzida a educação das crianças e jovens hoje.

Os mais velhos de hoje foram responsáveis mais cedo? Trabalhavam pesado? Os de hoje não? Julga-os de vagabundos. Mas, como foi a educação destes mais velhos? Com toda certeza foi muito diferente da educação das nossas crianças e jovens. Se mudou-se condução da educação, como queria resultados iguais? Claro que se havia de mudar algumas coisas, porém, o que houve mais se assemelha a um motorista que vai em direção a SP e muda a rota rumo ao nordeste; ora, mesmo mudando a rota queria chegar em Sampa?

Num passado não tão distante assim, as crianças e jovens tinham que ter responsabilidades. Logo eram inseridas no trabalho, muitas vezes não tão leve. Claro que não estou defendendo que se coloque uma criança de 5 anos sob o jugo de um trabalho pesadíssimo que caleja até adultos. Óbvio que não. Porém, vemos que se antes havia trabalhos divididos conforme a capacidade e entendimento de cada idade, hoje vemos mãos na cabeça, alisando, protegendo, mimando, e depois querem que resultado? Não se prepara mais para a vida!

Hoje uma criança acorda e já fica entediada: não sabe se brinca com o celular, video-game, TV, computador, etc. Não sou contra que crianças tenham acesso a eletrônicos, porém acredito que tudo deve respeitar a uma idade. Os pais largam os filhos com eletrônicos, não lhe dão responsabilidades, vivem nos joguinhos. O moleque já tem 10 anos e não pode lavar uma louça? Não, porque faz chilique. Aliás, muitos nem pedem. Muitos acham que é abuso colocar o adolescente de 13, 14 anos para lavar a louça que ele mesmo sujou. Enquanto num passado não tão distante assim, nessa idade já se trabalhava e ajudava em casa; seja com trabalhos domésticos, roça em casa, ou em algum comércio. Hoje, não, para alguns pedagogos e afins, um jovem de 12 anos não pode trabalhar, por exemplo, de empacotador num supermercado. Ora, anos atrás se trabalhava – falo de trabalho mesmo, não dos casos de exploração – e se formava homens e mulheres de bem; hoje se coloca uma superproteção que o impede de assumir responsabilidades. Resultado disso? “Esses jovens de hoje não prestam...”

Para dar um exemplo prático que pode ser comum a ocorrência nas casas, veja a seguinte situação: você tem um filho que sempre o criou nas regalias, nunca este precisou fazer nada. Agora, com 18 anos, você diz que ele tem que lavar a louça. Ele vai? Mas, a culpa é dos jovens de hoje, ou tua que passou a vida toda criando-o sem a responsabilidade de assumir pequenos afazeres domésticos? “Ah, trabalho pesado? Capinar? Esses jovens de hoje não querem. São mortos” - diz um homem ou uma mulher vivida, que joga indireta par o filho ou conhecido de 18, 19 anos, mas que, quando adolescente queria ajudar em algo mais pesado logo ouvia “não, meu bem, não precisa. Deixa que eu faço”. Aí quando você quer que o jovem faça algo, ele já foi acomodado e dificilmente fará isso.

E, como disse acima, e torno a repetir para que não me interprete mal, a questão do trabalho e responsabilidade a que me refiro é gradual, ou seja, conforme a idade e as condições de cada criança e/ou adolescente. Não estou falando para dar uma enxada para um menino ou uma menina de 5 anos. Mas o que quero que entenda é aquela ideia da famosa Educadora Maria Montessori, que dizia que criança sem trabalho dá trabalho. Ora, o seu método consistia exatamente nisso: dar liberdade, independência, responsabilidades, de acordo com a capacidade das crianças. Então ensinava-se as crianças a fazer pequenos trabalhos domésticos, de acordo com sua idade, como descascar verduras, por exemplo. As crianças podem assumir responsabilidades de acordo com sua idade. Podem e devem, por exemplo, guardar seus próprios brinquedos. Deve-se dar responsabilidades, e não criar essa superproteção que tranca a criança e o adolescente dentro de uma bolha. Porque se continuarmos não dando trabalho para as crianças, e fixando-as num marasmo de preguiça e irresponsabilidades, continuaremos tendo crianças e adolescentes que dão trabalho. E os frutos estão aí para não dizer que é invenção: jovens infratores, drogas, jovens rebeldes com os pais, etc. Será que se gradualmente, desde pequenos, fossem-lhes dado responsabilidades, não teria sido diferente?


Bom, o que nos resta é tentar responder, com o que acontece com as crianças e jovens próximos a nós: a culpa é dos jovens de hoje, ou dos pseudo-educadores atuais?

sábado, 16 de janeiro de 2016

MEC não desiste: livros de 2016 para crianças de 6 a 10 anos vêm com Ideologia de Gênero




As crianças de escolas públicas e privadas que estudarem com os livros didáticos/2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientados pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos. A ministração desses conteúdos se inicia já no 1º ano, onde os alunos têm 6 anos de idade e, numa gradação de complexidade, termina no 5º ano com alunos de 10 anos. 

A estratégia didática obedece ao princípio da repetição exaustiva do conteúdo. Durante o mesmo ano letivo o aluno ouvirá, lerá e fará exercícios seguidas vezes sobre esses assuntos com professores e disciplinas diferentes: Geografia, Ciências, História, Ciências Humanas e da Natureza, etc. O discurso único na diversidade de disciplinas e professores confere maior credibilidade ao conteúdo. Além das aulas expositivas, os próprios livros encaminharão os alunos para atividades complementares sob a orientação dos professores como: leitura de livros, filmes, músicas, debates e produção de cartazes. 

Trata-se da aplicação do princípio segundo o qual uma história, mesmo que fantasiosa, quando repetida várias vezes, adquire valor de verdade. Neste caso, o esforço do MEC é para atender os objetivos de desconstrução da heteronormatividade e do conceito de família tradicional previstos no Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), assinado pelo presidente Lula em 21 de dezembro de 2009.  



O artigo 226 da Constituição é ignorado completamente pelo material didático para falar da formação de família. Isto caracteriza o desrespeito do próprio Governo com a Carta Magna, por meio do MEC. Enquanto a Constituição elege como base da sociedade a família que é formada pelo casamento entre "um homem e uma mulher",  os livros ensinam às crianças que não há um modelo padrão de família e que o casamento é a união de "duas pessoas" que independente do sexo. 

Mas o MEC também desconsidera a vontade majoritária do povo expressa por meio de seus representantes nos três níveis de parlamento, quando das votações dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação. Nessas ocasiões, a inserção da Ideologia de Gênero nos planos de educação foi severamente rejeitada pela maioria dos parlamentares. Como se não bastasse, esse tema é amplamente rejeitado pela maioria esmagadora da população, como demonstram pesquisas de opinião.






Diante da premeditada desobediência governamental às leis e a violação da vontade do povo para a educação moral dos filhos, o que fazer? Com os livros corrompidos pela Ideologia de Gênero chegando intempestivamente às salas de aulas quem defenderá às famílias da afronta governamental? O que poderá fazer o Ministério Público? O que poderão fazer vereadores e deputados estaduais para impedirem que os alunos tenham acesso a esses conteúdos? O que poderão fazer professores cujas consciências não permitam que eles ensinem essas matérias às crianças?  Como farão os pais diante da obrigatoriedade de manter os filhos na escola, mesmo sentindo-se indignados por terem seus princípios e valores para a educação da prole violentados pelo Estado?

Por enquanto, as leis estão do lado dos pais. A Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente asseguram a eles o direito pela educação dos filhos. Com base nesse princípio, o Procurador da República Guilherme Schelb elaborou uma "notificação extrajudicial" que o pai preenche e leva à escola. Nesse documento o interessado notifica à escola que não permite que seu filho tenha acesso a determinado tipo de aula. Em caso de desobediência, a escola e o professor são processados por danos morais e sujeitos a pagarem indenização. Este documento pode ser baixado no computador do seguinte endereço: www.bit.ly/protegerfamilias  
Assista ao vídeo do Procurador da República Guilherme Schelb com a explicação sobre o modelo de "notificação extrajudicial":


 

Muitas outras perguntas surgem nesse momento angustiante da educação brasileira. Que tipo de avaliação é feita sobre a maturidade física e psicológica dos alunos para receber esse conhecimento? Quais os possíveis processos mentais que são mobilizados nas crianças no momento da apresentação do conteúdo e depois dele? Que tipo de transformação pode ser operada na mente, em tese, e o que ela é capaz de fazer para a (re)formulação ou modelação do caráter e dos valores morais dos alunos? Este ensino pode estimular precocemente desejos e curiosidade sexual nas crianças? Quais as possíveis consequências que a erotização precoce das crianças poderão trazer para o futuro dos alunos e das suas famílias? Quais os tipos de conflito em casa poderão gerar a reprogramação dos valores dos alunos, principalmente os de formação familiar e de orientação sexual, que é operada pela escola?


Levando-se em consideração que os conteúdos em referência sejam puramente ideológicos, visto que carecem de experimentação e consenso científico, qual o respaldo legal que o Governo tem para adotar uma ideologia como política pública universal? 

De acordo com o MEC esta política de orientação sexual e familiar para as crianças visa criar no futuro uma sociedade idealizada que aceite bem as diferenças sexuais e familiares. Ainda conforme escritos nos textos que fundamentam essa ideologia, as famílias não estão preparadas para educarem seus filhos nesse tema pela influência que receberam da tradição familiar e da religião. 

Será mesmo esta a melhor estratégia para, honestamente, combater o suposto preconceito contra as diferentes orientações sexuais e arranjos familiares? Estão certos os que acreditam que este seja um argumento duvidoso porque a verdadeira intenção dos ideólogos de gênero é promover uma revolução sexual e de costumes a partir das crianças em idade escolar?



Há fundamento na hipótese que suspeita da possível "confusão de identidade" na adolescência que esse ensino sistemático de Ideologia de Gênero poderá trazer às crianças?  É natural que meninos e meninas, por volta dos 12 ou 14 anos tenha pelo menos uma amizade intensa com pessoa do mesmo sexo. Isto sem qualquer conotação amorosa ou sexual. São carne com unha, amigos inseparáveis, confidentes, cúmplices de sonhos e projetos. Os adultos, invariavelmente, já passaram por esta experiência. Pois bem. O aluno que recebe esse tipo de orientação sexual e familiar desde os 6 anos de idade pode assimilar tanto essa maneira de pensar a ponto de ficar mais propenso a confundir a amizade natural do mesmo sexo com amor ou paixão. E não seria este o objetivo implícito da ideologia? 

Para a realização desta pesquisa, foram verificados livros recomentados pelo Programa Nacional do Livro Didático/2016, do Ministério da Educação, que selecionou livros de 19 editoras diferentes. Tivemos acesso a 11 editoras e todas elas trazem o tema da Orientação Sexual e Familiar, de acordo com a Ideologia de Gênero. É provável que, em atitude de desafio à democrática vontade do povo e suspeitando da reação negativa das famílias dos alunos, além de professores, as editoras tenham firmado um pacto para que todas elas trabalhassem o assunto na mesma perspectiva.

Caso não haja agora uma dura reação da opinião pública, dos políticos, do Ministério Público e, especialmente dos pais, o MEC e as editoras continuaram avançando com essa imposição ideológica. Em vista disto, surge no mercado editorial brasileiro um nicho comercial de perfil conservador enorme que deverá ser preenchido por editoras dispostas a atendê-lo. 



Esses livros extremamente radicalizados na revolução da moral e dos costumes que chegaram este ano ao mercado não atendem aos interesses e aos valores das escolas conservadoras, notadamente evangélicas e católicas. Escolas que produzirem o próprio material didático, terão isto como diferencial para apresentarem aos pais de alunos. Além do mais, tomara que se levantem bons e talentosos escritores de livros didáticos e paradidáticos, como os literários e as cartilhas. Tomara também que surjam editoras sérias e comprometidas com os valores tradicionais para investirem nos projetos da nova leva de escritores.

Para finalizar, gostaríamos de esclarecer o leitor acerca da crença de que estamos dentro de uma Revolução Cultural de grandes proporções. O tema trabalhado neste artigo é apenas um viés dessa revolução que tem por objetivo provocar mudanças significativas na maneira de ser, pensar e crer da sociedade.  As culturas judaica e cristã, com seus valores morais e éticos não serem para esta revolução que trabalha no sentido de apagá-las da cultura ocidental.

A título de melhor compreensão do assunto, sugerimos a busca de textos e vídeos no google e youtube,  para leituras e estudos, dos seguintes nomes: Miguel Nagib, Guilherme Schelb, Prof. Felipe Nery, Olavo de Carvalho, Damares Alves, Marisa Lobo, Deuza Avellar, Fernanda Takitani e Padre Paulo Ricardo.

Conheça também o Escola Sem Partido, que luta contra a doutrinação política e ideológica no sistema de ensino. Conheça e divulgue para vereadores e deputados estaduais o Projeto de Lei Escola Sem Partido. Há no site duas versões prontas: uma para câmaras municipais e outra para assembleias legislativas. Baixe-as neste endereço: http://www.escolasempartido.org/
Conheça também uma das mais completas páginas no facebook sobre Ideologia de Gênero: https://www.facebook.com/Goi%C3%A1s-Sem-G%C3%AAnero-826643267416035/?fref=ts

A esperança não pode morrer! 
Ainda há jeito! 
Há tempo ainda para a reação!
Para enfrentar uma revolução cultural, somente uma contra revolução cultural!


Orley José da Silva, é professor em Goiânia, mestre em letras e linguística (UFG) e mestrando em estudos teológicos (SPRBC).


Seguem mais imagens retiradas dos próprios livros:


Qual o interesse dos autores do livro didático de escolherem apresentar às crianças uma família polígama? Não seria um trabalho de "normalização" para as crianças desse tipo complexo de união que os "progressistas" insistem em legalizar no país? É de notar a maneira positiva que essa família é mostrada na fotografia.


As diferentes famílias mostradas no mesmo espaço passam a impressão de naturalidade às crianças.


Uma família brasileira do século XXI, ou seja, avançada. Alguém consegue defini-la?




Este exercício refere-se ao contexto da fotografia acima. Observem que fala sobre direitos relacionados a temas abstratos, alguns de difícil alcance ainda para as crianças. Toca em crença religiosa, sexualidade e depois fazem a seguinte pergunta: Voces defendem a liberdade de as pessoas pensarem e agirem como quiserem? Certamente a questão tenta justificar o "avançado" modelo de família da foto com o argumento de que as pessoas têm liberdade para agirem como quiserem. Mas e as crianças? Elas têm essa mesma liberdade? O texto pretende instigar esse desejo de liberdade nelas, ou seja, de agirem como quiserem na vida sem a interferência de terceiros? O direito de agir como quiser é um direito pelo qual as crianças devem lutar? Vocês também não acham que tanto a foto (se é que ela representa uma união amorosa de 3 pessoas) quanto as perguntas do questionários sejam inadequadas para o nível de maturidade física e psicológica das crianças?


O MEC considera que alunos com 10 anos de idade já estão em atividade sexual para apresentar-lhes métodos anticonceptivos? Ele acha que alunos com 10 anos de idade já frequentam baladas e se relacionam sexualmente com qualquer pessoa? Essa criança pode dirigir-se à unidade de saúde e requisitar uma camisinha? Os funcionários da unidade de saúde também concordam em fornecer esse tipo de material para crianças de 10 anos? Esses infantis precisam fazer testes de aids, sífilis e hepatites virais, provavelmente adquiridos em relações sexuais? Mas este cartaz é direcionado justamente para as crianças dessa idade! 



Todo discurso é ideológico porque suas partes constitutivas são escolhidas pelo sujeito em meio às várias possibilidades. E essas escolhas são passíveis de questionamento. Pois bem. Os autores dos livros, ao apresentarem os pares gays e lésbicos, em todas as fotos, procuraram gente de boa aparência, bem vestidas e demonstração de felicidade. As crianças, em situação de segurança, passeando, brincando e alegres. Já com as famílias tradicionais, o mesmo cuidado não é percebido em todas as fotos Tudo isto conta para formar a opinião da criança que almeja por segurança, diversão e afeto.




Esta é uma forma de conhecer e perceber o corpo de si e do outro. Para mapear o corpo, é necessária a ajuda do outro. É preciso passar o marcador rente ao corpo. Esta é uma técnica que ajuda a desinibir e perder o receio de aproximar-se  do outro. Meninos mapeiam meninas, e vice-versa, meninas mapeiam meninas e meninos, outros meninos.