• Home
  • About
  • Contact
    • Category
    • Category
    • Category
  • Shop
  • Advertise
Tecnologia do Blogger.
CLIQUE AQUI e entre no grupo do Facebook.

Páginas

  • Página inicial
  • O Blog

E-book

Inscrever-se

Postagens
Atom
Postagens
Comentários
Atom
Comentários

Seguidores

facebook twitter instagram pinterest bloglovin Email

Católico, graças a Deus!

Mudamos de endereço. Se chegou aqui por meio de um link, apenas troque o "catolicoargrade.blogspot.com" por "andersoncarlosbezerra.blogspot.com" deixando o restante do link, e será redirecionado.

Há alguns pontos do chamado “jeitinho brasileiro” que parece que, quer queira, quer não queira, se impregnaram na alma de nosso povo. Um destes pontos é a nossa preguiça de ler. Os estudantes estudam (será?) em estado “banho Maria”, ou melhor, vão levando a vida. Para entender de uma vez: estudamos apenas o necessário para conseguir o desejado diploma.
         Este é um grave problema de nossa cultura. Desde o ensino básico os alunos desenvolvem uma convicção: “vou estudar para passar”. Ele não quer dar o máximo de si para adquirir os conhecimentos daquela série, matéria; o desejo de sua alma é só ler o que tem que ser lido, fazer os exercícios rotineiros, entregar/apresentar os trabalhos que o professor manda... Passei de ano!
         Boa parte dos estudantes universitários ainda tem este pensamento. Não se lê nada além daquilo que se presume que vá cair na prova e/ou algum livro/apostila que o professor indicou. Ora, isso gera uma classe de universitários nivelados por baixo. Se lê apenas o mínimo necessário para ser bonzinho e não reprovar, nada além. Não se aprofunda na investigação científica. Temos preguiça.
         Outro dia fui à biblioteca da universidade da qual curso Pedagogia, e vi um livro que me chamou atenção. Aquele livro, porém, mais do que um bom título e aparentemente um bom conteúdo, tinha algo desestimulante: era grande! Mais de 600 páginas. Peguei o livro. Começo a ter o pensamento inspirado pelo espírito de “jeitinho brasileiro”: Para quê lerei este livro? Professor pediu? Não. É um livro grosso, não vou dar conta de ler rápido. Para quê levar? Não sou obrigado a ler... – Peguei o livro! Ora, sou desses! Agora é preciso coragem para ler!
         Se você é um estudante que apenas quer receber seu diploma, para depois aparecer em uma matéria de telejornal mostrando as pessoas que tem curso superior, mas estão desempregadas, provavelmente deve estar pensando: por que você pegou um livro enorme para ler se nem obrigado você é? Mas, amigo(a) leitor(a), devemos saber que um verdadeiro estudante não lê para ganhar nota, mas para ganhar sabedoria. É claro que há coisas que só lemos porque é preciso para ganhar nota. Mas é necessário ir além. É necessário buscar a ciência, saber a verdade, ir além do mínimo necessário para ter diploma; devemos ir ao máximo que podemos para não sermos medíocres.
         Muito se fala em transformação na educação, que se precisa de investimento, etc. Mas precisamos impelir os jovens a desejarem ardentemente o conhecimento da verdade. Precisamos fazer uma cirurgia na alma dos jovens para retirar a preguiça.
         Para compreender o perigo de ler apenas o necessário para ganhar nota, lembremos da realidade da “educação” no Brasil. As nossas universidades estão repletas de professores marxistas. Se você apenas ler o que o professor manda, poderá trazer duas graves consequências:
·        De tanto ouvir uma mentira, acabará acreditando nela como verdade;
·        Mesmo que você não adira a mentira, mas estudando apenas aquela “meia verdade” ou uma mentira total, só lendo para ganhar nota, sem o mínimo esforço para estudar outras fontes, outros autores, ter em mãos o contraditório; você será um guerreiro por ter lido um monte de merda e não estar fedendo, mas estará mergulhado na mediocridade por não ter aprofundado em um assunto interessante. Você estudou um curso em que os professores passam muito marxismo, mas não se interessou de estudar – de maneira autodidata e séria – a disciplina pura. Isso é mediocridade.

Quero usar meu curso como exemplo. Estudo Pedagogia, e uma das disciplinas é História da Educação. Ora, não posso ficar apenas com aquela visão meia resumida, levando sempre as coisas para uma luta de classe (mimimi elitista mimimi...). Ora, apesar de terem abordado a patrística e a escolástica, sabemos que a contribuição da Igreja Católica foi muito maior (do que a abordada na faculdade). Se apenas leio o que a faculdade manda, até acredito nos mitos que dizem sobre a Igreja. Mas, por outro lado, se vou buscar fontes históricas, fontes primárias, se vamos aprofundar no assunto.... Pois é, nunca saberemos a verdade se apenas lermos o mínimo necessário para ser um graduado.
Imagine um médico que percebe que sua faculdade foi omissa em ensinar algum aspecto de alguma área da medicina. Se ele for medíocre e apenas quiser seu diploma para depois ganhar rios de dinheiro, ele vai é achar bom. Graças a Deus, diria o mercenário, um livro a menos para ler; terei tempo de curtir o fim de semana. Porém, aquele que tem sede de conhecimento, que desejar ser um médico comprometido com a saúde do ser humano, mesmo sem o professor pedir, ele irá estudar sozinho sobre aquela disciplina, sobre aquele ponto que ele viu que a faculdade foi falha no ensino.
Embora a universidade tenha que dar meios para o bom aprendizado do estudante, sabemos que o que se espera do universitário é um certo autodidatismo. Afinal, ao assistir uma aula, apenas bebo um pouco do conhecimento daquele professor; mas o conhecimento será eu que terei que construir. É por esta mentalidade de ler para ter diploma, que as universidades brasileiras produzem pouco na área científica. Você pode até citar algumas descobertas, ótimos trabalhos, mas, seja sincero, diante da quantidade de universitários que temos, são poucos avanços neste sentido. É nas universidades que devem estar grandes pesquisadores. Mas que investigação científica você pode esperar de uma raça de estudante medíocre que compra trabalho, que não lê, ou que quando não tem nada passado pelo professor dar graças porque poderá ir para a balada. Vocês querem com isso produzir grandes cientistas? Conta outra! Que obra podemos esperar dos nossos estudantes? O funk, talvez.
Estude além do necessário, ou continuaremos nivelados por baixo. Renuncie a preguiça! Adira a verdade.
Vi um vídeo esses dias do Dr Enéas Carneiro. Algo me impressionou na fala deste saudoso brasileiro. Ele disse que entrou para a faculdade de medicina porque dava um conhecimento maior; mas que viu que não teria uma formação na área de exatas. Prestou vestibular, então, para matemática e física. Passou, obviamente. Se forma em matemática e física (ao mesmo tempo em que estudava medicina) e vê que precisava de conhecimento de humanística. Mas, segundo ele, cansado, não quis fazer outra faculdade; passou a estudar sozinho grandes filósofos. Citei o grande Enéas Carneiro por ser um grande exemplo de uma pessoa que não quis ficar na média, mas que tinha uma profunda sede de conhecimento e foi as fontes para saciá-la. Se ele conseguiu cursar medicina – MEDICINA! – e outra faculdade simultaneamente, e fazer um profundo estudo das ciências humanas... Por que eu não conseguiria ler aquele livro grande que o professor não mandou ler? Eu consigo! Você consegue! Nós não somos tão antas assim! Nós crescemos acreditando que éramos antas. Mas, não. Nós temos jeito. É só parar de buscar o diploma, para buscar a sabedoria em primeiro lugar.
         O Dr Eneas morreu, mas vivo ficou seu exemplo, sua sabedoria em seus escritos e vídeos. Se nós não levarmos o estudo a sério, a única coisa que produziremos para as próximas gerações será o trá, trá, trá... Hã, Hã, Hã, tá tranquilo, tá favorável...


         
Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários
Ler ou não ler, eis a questão! Se tem uma coisa na cultura brasileira que parece ter gerado um sentimento de conformação, é o fato do brasileiro não gostar de ler. Bom, pelo menos é o que se diz: o brasileiro não lê nada, tem preguiça, não gosta de ler.
         Permitam-me, porém, discordar desse julgamento. O brasileiro gosta sim de ler. Nós brasileiros, aliás, lemos muito. Ninguém pode dizer que o brasileiro não goste de ler. Se você está achando que sou um louco, peço, porém, que analise a vida do brasileiro: o brasileiro não costuma, é verdade, ler livros, mas ler, bom, ele lê sim. O brasileiro passa horas por dia trocando mensagens no Whatsapp; conversa também via facebook, passa vários minutos vendo postagens que trazem imagens com... algumas frases. Querendo ou não, ele está lendo. O brasileiro está a todo tempo lendo: seja postagens em redes sociais, seja matérias em sites esportivos sobre seu time de futebol. O brasileiro pode não ler algo de útil, mas que ele lê, bom, ele lê sim, senhor!
         Se nós queremos criar o hábito da leitura, ou melhor, se nós queremos ter o gosto, a paixão, o amor por ler, pelo conhecimento, e fazer com que seja impregnada na cultura brasileira este mesmo sentimento; precisamos sair do pré-julgamento de que o brasileiro não lê nada, reconhecendo que ele lê alguma coisa, para poder fazer o seguinte questionamento: porque o brasileiro passa vários minutos, talvez horas, lendo postagens no Facebook, mas é incapaz de pegar um livro para ler até o fim?
         Feita essa pergunta, poderemos chegar a uma solução para este problema cultural do brasileiro. Sabe porque o brasileiro lê sem reclamar um texto falando da nova contratação do seu time de futebol, lê mensagens na rede social, mas não lê o livro? Porque nos primeiros casos, em que ele lê, ele faz porque gosta; já no segundo, é algo entediante. Ou seja, o brasileiro lê aquilo que gosta. Aliás, de maneira geral todos nós lemos o que gostamos. Obviamente em outro contexto, como na vida acadêmica, por exemplo, você poderá ler algo que lhe cause um certo desgosto, mas é um outro contexto. O que estou aqui falando é que, as crianças e jovens não gostam de ler, não criam hábito de leitura, porque não há verdadeiro incentivo para ler.
         Como você fará com que seu filho ou seus alunos gostem de ler? Não vai ser dando a Constituição para ele lê que você conseguirá isso. Se você ainda não compreendeu, tentarei ser mais claro. O Prof. Pierluiggi bem ensinava em suas palestras como ensinar alguém a gostar de ler: fale para a criança ou adolescente escolher um livro: gostou? Está chato a leitura? Para de ler e escolhe outro para ler. Está chato também? Faz a mesma coisa. Ou seja, uma hora ele achará um livro que ele GOSTARÁ, que trará prazer em ler, que fará ter vontade de ir até o final. É dessa maneira que se fará nascer um leitor. Se você simplesmente pega um livro, joga no colo do jovem, e constrange-o a ler de qualquer jeito, muito provavelmente, se este jovem conseguir ler o livro, ele não criará desejo de voltar a ler livros do tipo. Mas se você usa a técnica do parar de ler e partir para outro, até achar um livro que goste, você sempre estará lendo algo, e uma hora achará um que lhe dê gozo. Ora, cada ser tem sua personalidade, nem todo livro é para todas as pessoas, nem todas as pessoas gostam do mesmo livro.
         Após ter ouvido esta dica do Professor Pierluiggi, lembrei-me de quando tinha 13 anos e estava na oitava série. A professora de português indicou um livro que falava de literatura em geral - coisas bem teóricas; mas que no meio do livro havia uma história de ficção. Na época eu não gostava de ler. Li aquela história a pulso! Pense em uma história chata! Tratava-se de uma história de um chinês que se alimentava de papel e bebia tinta por causa de uma maldição, aí alguém disse uma palavra, ele é liberto, se não me engano apareceu morto com um bilhete que, se não me engano, dizia “obrigado”. Que diabo de história é essa? Hoje me pergunto: é sério mesmo que queriam incentivar adolescentes a terem gosto pela leitura com uma história bizarra e chata como esta?
         Talvez por isso, o primeiro (e único) livro que me recordo que li no período do Ensino Médio, foi o Alto da Compadecida (sim, por causa do filme!). No Ensino Médio os alunos leem algo, mas de maneira constrangida, porque são obrigados porque cai nas provas do PAS. Ou seja, leem só as histórias chatas que o sistema educacional obriga. Aliás, isso quando leem, porque se tiver filme inspirado na obra.... Vocês sabem!
         Eu não sou um grande leitor, um cara que lê de maneira compulsiva. Ainda estou engatinhando. Porém, tenho a plena certeza de que para se iniciar na leitura é preciso ler o que se gosta. Eu comecei a ter gosto pela leitura ao começar a ler as sagradas escrituras e demais livros ligados ao catolicismo. E mesmo assim com muita dificuldade. Como começar a gostar de ler, então? Leia coisas que goste. Deixe seu/sua filho(a) ler coisas (morais, claro) que lhe agrade, tais como os mitos, as aventuras, etc. Se nós não começamos a ler pelo que gostamos, nunca leremos porque é necessário.

         Do gosto, vai-se pela necessidade, até ler por amor. Se não incentivarmos a leitura, dessa forma, para as crianças alfabetizadas e para os adolescentes, nós continuaremos a ler muito, só que, em suma, só besteiras nas redes sociais.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Older Posts

About me

About Me

Aenean sollicitudin, lorem quis bibendum auctor, nisi elit conseat ipsum, nec sagittis sem nibh id elit. Duis sed odio sit amei.

Follow Us

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Categories

recent posts

Sponsor

Facebook

Blog Archive

  • maio 2016 (2)
  • abril 2016 (5)
  • março 2016 (3)
  • fevereiro 2016 (3)
  • janeiro 2016 (5)
  • novembro 2015 (1)
  • outubro 2015 (3)

Created with by ThemeXpose